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<data><categorias><item><id>2</id><nome>Decreto</nome><slug>decreto</slug><criado>2021-09-21 15:19:15</criado></item><item><id>1</id><nome>Lei</nome><slug>lei</slug><criado>2021-09-21 15:19:15</criado></item><item><id>10</id><nome>Portaria</nome><slug>portaria</slug><criado>2024-05-14 12:10:49</criado><alterado>2026-04-16 12:07:28</alterado></item><item><id>7</id><nome>Projeto de Decreto</nome><slug>projeto-de-decreto</slug><criado>2023-03-21 08:45:22</criado><alterado>2024-08-16 11:08:15</alterado></item><item><id>6</id><nome>Projeto de Lei</nome><slug>projeto-de-lei</slug><criado>2023-03-17 14:46:15</criado><alterado>2024-08-16 11:08:58</alterado></item><item><id>5</id><nome>Resolu&#xE7;&#xE3;o</nome><slug>resolucao</slug><criado>2021-09-21 15:19:15</criado></item></categorias><categoria/><paginacao><atual>189</atual><proxima>190</proxima><anterior>188</anterior><total_registros>4096</total_registros><total_paginas>274</total_paginas></paginacao><itens><item><id>1280</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre as Diretrizes Or&#xE7;ament&#xE1;rias para a elabora&#xE7;&#xE3;o da Lei Or&#xE7;ament&#xE1;ria para o exerc&#xED;cio de 2010, e d&#xE1; provid&#xEA;ncias correlatas.</titulo><numero>1351</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-07-06 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-as-diretrizes-or-ament-rias-para-a-elabora-o-da-lei-or-ament-ria-para-o-exerc-cio-de-2010-e-d-provid-ncias-correlatas</slug><descricao>&lt;p&gt;LEI N&amp;ordm;. 1351&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Diretrizes Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rias - 2010&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; LEI N&amp;ordm; 1351&lt;br /&gt;De 06 de Julho de 2009&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre as Diretrizes Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rias para a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria para o exerc&amp;iacute;cio de 2010, e d&amp;aacute; provid&amp;ecirc;ncias correlatas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, ESTADO DE SERGIPE,&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de ITABAIANA/SE aprovou e eu, PREFEITO MUNICIPAL, sanciono a seguinte Lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;T&amp;Iacute;TULO &amp;Uacute;NICO&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;DAS DIRETRIZES OR&amp;Ccedil;AMENT&amp;Aacute;RIAS PARA O PROJETO DE LEI OR&amp;Ccedil;AMENT&amp;Aacute;RIA DO MUNIC&amp;Iacute;PIO PARA&lt;br /&gt;O EXERC&amp;Iacute;CIO DE 2010&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO I&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;DAS DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES PRELIMINARES&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm;. A lei or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria do Munic&amp;iacute;pio de ITABAIANA, Estado de Sergipe, referente ao exerc&amp;iacute;cio de 2010, ser&amp;aacute; elaborada e executada segundo as diretrizes gerais estabelecidas na presente lei, em observ&amp;acirc;ncia ao disposto no art. 165, &amp;sect; 2&amp;ordm;, da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal, e, em conformidade com as normas estabelecidas na Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Estadual, Lei Org&amp;acirc;nica Municipal e no art. 4&amp;deg; da Lei Complementar Federal n&amp;ordm; 101, de 04 de maio de 2000, compreendendo:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - as Metas e os Riscos Fiscais;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - as prioridades da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Municipal;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - as diretrizes para a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o, execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o e eventuais altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es do or&amp;ccedil;amento do Munic&amp;iacute;pio, sua estrutura e organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV - disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre a d&amp;iacute;vida p&amp;uacute;blica Municipal;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;V - disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre despesas com pessoal e encargos sociais;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VI - disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es na Legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o Tribut&amp;aacute;ria;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VII - disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es finais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO II&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;DAS METAS E RISCOS FISCAIS&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm;. As metas fiscais de receita, despesa, resultado prim&amp;aacute;rio, nominal e montante da d&amp;iacute;vida p&amp;uacute;blica para os exerc&amp;iacute;cios de 2010 a 2012, assim como as demais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de que trata o art. 4&amp;deg; da Lei Complementar Federal n&amp;deg; 101/2000, est&amp;atilde;o estabelecidas na forma dos Anexos I a VIII desta Lei, elaborados em conformidade com a normas editadas pela Secretaria do Tesouro Nacional - STN.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm;. As metas apresentadas no Anexo de Metas Fiscais s&amp;atilde;o resultados presumidos a partir de par&amp;acirc;metros de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), taxas de infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o e proje&amp;ccedil;&amp;otilde;es de crescimento das receitas oriundas de transfer&amp;ecirc;ncias federais e estaduais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm;. Quando da elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do projeto de lei or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria para o exerc&amp;iacute;cio de 2010, a estimativa de receita e a fixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de despesa poder&amp;atilde;o ser modificadas em vista dos par&amp;acirc;metros utilizados na atual proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o sofrerem altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es conjunturais, devendo as metas fiscais serem ajustadas, ficando automaticamente revistas as metas fiscais estabelecidas nesta Lei, em conformidade com os valores previstos e fixados na Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm;. O cumprimento das metas deve ser acompanhado com base nas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es divulgadas no Relat&amp;oacute;rio Resumido da Execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria e Relat&amp;oacute;rio de Gest&amp;atilde;o Fiscal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;ordm;. Integra esta Lei, em atendimento ao disposto no &amp;sect; 3&amp;ordm;, do art. 4&amp;ordm;, da Lei Complementar n&amp;ordm; Federal n&amp;ordm; 101/2000, o Anexo IX contendo a demonstra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Riscos Fiscais, elaborado conforme instru&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Secretaria do Tesouro Nacional - STN.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico. Para fins do disposto no art. 4&amp;deg;, &amp;sect; 3&amp;deg;, da Lei Complementar Federal n&amp;ordm; 101/2000 e nesta Lei, s&amp;atilde;o riscos fiscais os passivos contingentes e outros riscos capazes de afetar as contas p&amp;uacute;blicas, constitu&amp;iacute;das de d&amp;iacute;vidas cuja exist&amp;ecirc;ncia depende de fatores imprevis&amp;iacute;veis, tais como precat&amp;oacute;rios, restos a pagar com prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o interrompida, d&amp;eacute;bitos n&amp;atilde;o quitados com concession&amp;aacute;rias de servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos, despesas classific&amp;aacute;veis de acordo com o art. 37 da Lei Federal n&amp;ordm; 4.320/1964 e outros passivos contingentes, riscos e eventos fiscais imprevistos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO III&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;DAS PRIORIDADES E METAS DA ADMINISTRA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O MUNICIPAL&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 4&amp;ordm; As prioridades e metas para o exerc&amp;iacute;cio financeiro de 2010 ter&amp;atilde;o suas estrat&amp;eacute;gias voltadas para:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - desenvolvimento de pol&amp;iacute;ticas sociais voltadas para a eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o da qualidade de vida da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Munic&amp;iacute;pio, especialmente dos seus segmentos mais carentes, reduzindo as desigualdades e disparidades sociais;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da infra-estrutura, identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da capacidade produtiva do Munic&amp;iacute;pio com o objetivo de promover o seu desenvolvimento econ&amp;ocirc;mico, utilizando parcerias com os segmentos econ&amp;ocirc;micos da comunidade e de outras esferas de governo;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - desenvolvimento institucional mediante a moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, reorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da estrutura administrativa, valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor p&amp;uacute;blico como gestor de bens e servi&amp;ccedil;os essenciais, visando o fortalecimento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas municipais;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV - desenvolvimento de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es com vistas ao incremento da arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de medidas de combate &amp;agrave; inadimpl&amp;ecirc;ncia, &amp;agrave; sonega&amp;ccedil;&amp;atilde;o e &amp;agrave; evas&amp;atilde;o de receitas;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;V - austeridade na utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de recursos p&amp;uacute;blicos e consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o do equil&amp;iacute;brio fiscal, atrav&amp;eacute;s do controle das despesas, sem preju&amp;iacute;zo da presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos ao cidad&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VI - promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o do desenvolvimento de pol&amp;iacute;ticas voltadas para a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o educacional da crian&amp;ccedil;a e do adolescente, investindo, tamb&amp;eacute;m, em a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de melhorias f&amp;iacute;sicas das unidades escolares, ampliando-as, modernizando-as e adaptando-as &amp;agrave;s reais necessidades da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VII - amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do acesso da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos servi&amp;ccedil;os b&amp;aacute;sicos de sa&amp;uacute;de, priorizando as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es que visem a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da mortalidade infantil e das car&amp;ecirc;ncias nutricionais;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VIII - apoio, divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o e desenvolvimento do patrim&amp;ocirc;nio hist&amp;oacute;rico, cultural e art&amp;iacute;stico do Munic&amp;iacute;pio, incentivando a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos eventos relacionados &amp;agrave; hist&amp;oacute;ria, cultura e arte.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;ordm;. As a&amp;ccedil;&amp;otilde;es priorit&amp;aacute;rias e metas da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica Municipal para o exerc&amp;iacute;cio de 2010, dever&amp;atilde;o ser definidas a partir dos programas e a&amp;ccedil;&amp;otilde;es constantes no Plano Plurianual do Munic&amp;iacute;pio referente ao quadri&amp;ecirc;nio 2010-2013.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 6&amp;ordm;. O Anexo de Metas e Prioridades da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Municipal para o exerc&amp;iacute;cio de 2010, ser&amp;aacute; encaminhado para aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Poder Legislativo, no prazo previsto no art. 35, &amp;sect; 2&amp;ordm;, do Ato das Disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Constitucionais Transit&amp;oacute;rias, da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal, juntamente com o Plano Plurianual referido no artigo anterior, devendo fazer parte integrante do mesmo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO IV&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;DIRETRIZES PARA A ELABORA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O, EXECU&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O E EVENTUAIS ALTERA&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES DO OR&amp;Ccedil;AMENTO DO MUNIC&amp;Iacute;PIO, SUA ESTRUTURA E ORGANIZA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 7&amp;ordm; Para efeito da Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria, entende-se por:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o: representa o maior n&amp;iacute;vel de agrega&amp;ccedil;&amp;atilde;o das diversas &amp;aacute;reas de despesa que competem ao setor p&amp;uacute;blico;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - subfun&amp;ccedil;&amp;atilde;o: representa uma parti&amp;ccedil;&amp;atilde;o da fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o, visando a agregar determinado subconjunto de despesa do setor p&amp;uacute;blico; a subfun&amp;ccedil;&amp;atilde;o identifica a natureza b&amp;aacute;sica das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es que se aglutinam em torno das fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es; e as subfun&amp;ccedil;&amp;otilde;es podem ser combinadas com fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es diferentes daquelas a que estejam vinculadas;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - programa: instrumento de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o governamental, visando &amp;agrave; concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos objetivos pretendidos, sendo mensurados por metas estabelecidas no Plano Plurianual;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV - projeto: instrumento de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para alcan&amp;ccedil;ar o objetivo de um programa, envolvendo um conjunto de opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, limitadas no tempo, das quais resulta um produto final que concorre para a expans&amp;atilde;o ou aperfei&amp;ccedil;oamento da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o do governo;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;V - atividade: instrumento de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para alcan&amp;ccedil;ar o objetivo de um programa, envolvendo um conjunto de opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es que se realizam de modo cont&amp;iacute;nuo e permanente, das quais resulta um produto necess&amp;aacute;rio &amp;agrave; manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o do governo;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VI - opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es especiais: despesas que n&amp;atilde;o contribuem para a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es governamentais, das quais n&amp;atilde;o resulta um produto e n&amp;atilde;o geram contrapresta&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta sob a forma de bens ou servi&amp;ccedil;os;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VII - modalidade de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o: tem por finalidade indicar se os recursos devem ser aplicados diretamente por &amp;Oacute;rg&amp;atilde;os ou Entidades no mesmo &amp;acirc;mbito da mesma esfera de governo ou por outro ente da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e suas respectivas entidades;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VIII - unidade or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria: &amp;eacute; o menor n&amp;iacute;vel de classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional, agrupada em &amp;oacute;rg&amp;atilde;os or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rios, entendidos estes como os de maior n&amp;iacute;vel de classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IX - categoria de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o - a identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da despesa compreendendo sua classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o em termos de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, subfun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, programas, projetos, atividades e opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es especiais, categoria econ&amp;ocirc;mica e grupo de natureza da despesa;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; Cada programa deve identificar as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es necess&amp;aacute;rias para atingir os seus objetivos, sob a forma de projetos, atividades ou opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es especiais, especificando os respectivos valores, bem como as unidades or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rias respons&amp;aacute;veis pela realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; Cada projeto, atividade ou opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial deve constar somente de uma esfera or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria e de um programa, devendo ainda ser detalhado por grupo de natureza de despesa, modalidade de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e fonte de recursos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 3&amp;deg; As fontes de recursos, que correspondem &amp;agrave;s receitas previstas na lei or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria, ser&amp;atilde;o apresentadas com c&amp;oacute;digo pr&amp;oacute;prio e com especifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o que possibilite identific&amp;aacute;-las conforme a origem da receita.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 4&amp;ordm; A reserva de conting&amp;ecirc;ncia prevista nesta lei, ser&amp;aacute; identificada pelo digito 9 (nove) no que se refere &amp;agrave; categoria econ&amp;ocirc;mica, grupo de natureza de despesa e modalidade de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 5&amp;ordm; Os grupos de natureza de despesa constituem agrega&amp;ccedil;&amp;atilde;o de elementos de despesa de mesmas caracter&amp;iacute;sticas quanto ao objeto de gasto, conforme discriminados a seguir:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - pessoal e encargos sociais - 1;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - juros e encargos da d&amp;iacute;vida - 2;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - outras despesas correntes - 3;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV - investimentos - 4;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;V - invers&amp;otilde;es financeiras, inclu&amp;iacute;das quaisquer despesas referentes &amp;agrave; constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou aumento de capital de empresas - 5; e,&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VI - amortiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da d&amp;iacute;vida - 6.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 6&amp;ordm; A especifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da modalidade de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, indicar&amp;aacute; se os recursos ser&amp;atilde;o destinados, mediante transfer&amp;ecirc;ncia, a outras esferas de governo, &amp;agrave; administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o municipal indireta, &amp;agrave; institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es privadas sem fins lucrativos, bem como &amp;agrave;quelas designadas em leis espec&amp;iacute;ficas, obedecendo necessariamente a seguinte classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - transfer&amp;ecirc;ncias ao Governo Federal - 20;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - transfer&amp;ecirc;ncias ao Governo Estadual - 30;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - transfer&amp;ecirc;ncias aos Governos Municipais ou Indiretas - 40;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV - transfer&amp;ecirc;ncias &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es privadas sem fins lucrativos - 50;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;V - transfer&amp;ecirc;ncias &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es multigovernamentais - 60; e&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VI - aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta - 90.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 8&amp;ordm; A lei or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria anual ser&amp;aacute; composta pelo Or&amp;ccedil;amento Fiscal e o da Seguridade Social, compreendendo todas as receitas e as despesas dos Poderes Executivo e Legislativo, fundos e autarquias institu&amp;iacute;das e mantidas pelo Munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 9&amp;ordm; O Or&amp;ccedil;amento Fiscal e o da Seguridade Social devem discriminar a despesa por categoria de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em seu menor n&amp;iacute;vel, especificando a esfera or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria, com sua respectiva dota&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desdobrada em modalidade de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e fontes de recursos, de acordo com as codifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Portaria SOF n&amp;ordm; 42/1999 e da Portaria Interministerial STN/SOF n&amp;ordm; 163/2001, observadas as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es posteriores.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico. A despesa, segundo sua natureza, ser&amp;aacute; discriminada, na execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pelo menos, por categoria econ&amp;ocirc;mica, grupo de natureza de despesa, modalidade de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e elemento de despesa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 10. O Projeto de Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria e a respectiva Lei para o ano 2010 devem ser constitu&amp;iacute;dos de:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - mensagem;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - texto do projeto de lei;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - quadros or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rios consolidados;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV - demais demonstrativos, relat&amp;oacute;rios e anexos estabelecidos pela legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o vigente, sobretudo a Lei Federal n&amp;deg; 4.320/64 e a Lei Complementar Federal n&amp;deg; 101/00, relativos aos Or&amp;ccedil;amentos Fiscal e da Seguridade Social.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 11. O Projeto de Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria deve ser apresentado com a forma e com o detalhamento descrito nesta Lei, aplicando-se, no que couber, as demais disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es legais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 12. Fica o Poder Executivo autorizado a alterar os anexos da lei or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria no caso de ocorrerem modifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es na estrutura administrativa do Munic&amp;iacute;pio, decorrente de lei sancionada ap&amp;oacute;s o encaminhamento do Projeto de Lei de Diretrizes Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rias para 2010 &amp;agrave; C&amp;acirc;mara Municipal, desde que estas altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es n&amp;atilde;o impliquem em altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o no valor total da despesa fixada na lei or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 13. As propostas de modifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria por cr&amp;eacute;ditos adicionais, ser&amp;atilde;o apresentadas na forma e com o detalhamento estabelecido na Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria Anual.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 14. Al&amp;eacute;m da observ&amp;acirc;ncia das prioridades e metas que est&amp;atilde;o previstas no Plano Plurianual, PPA 2010-2013, a Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria e seus cr&amp;eacute;ditos adicionais somente devem incluir projetos novos se:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - estiver contemplado no Plano Plurianual ou em lei que autorize a sua inclus&amp;atilde;o, caso a sua execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o abranja mais de um exerc&amp;iacute;cio financeiro;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - os recursos alocados viabilizarem a conclus&amp;atilde;o de uma etapa ou a obten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma unidade completa; e,&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - n&amp;atilde;o implique em paralisa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de projetos priorit&amp;aacute;rios em execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 15. A Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria do Munic&amp;iacute;pio para 2010 deve conter reserva de conting&amp;ecirc;ncia, em montante equivalente a, no m&amp;aacute;ximo, 1% (um por cento) da receita corrente l&amp;iacute;quida, apurada nos termos do inciso IV do art. 2&amp;ordm; da Lei Complementar Federal n&amp;ordm; 101, de 04 de maio de 2000, destinados ao atendimento de passivos contingentes e eventos fiscais imprevistos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico. Na hip&amp;oacute;tese de n&amp;atilde;o utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Reserva de Conting&amp;ecirc;ncia nos fins previstos no "caput" deste artigo, os recursos correspondentes podem ser destinados &amp;agrave; cobertura de cr&amp;eacute;ditos suplementares e especiais que necessitem ser abertos para refor&amp;ccedil;o ou inclus&amp;atilde;o de dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 16. O Projeto de Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria deve ter as receitas e as despesas or&amp;ccedil;adas segundo os pre&amp;ccedil;os vigentes em julho de 2009, podendo ser atualizadas para pre&amp;ccedil;os de janeiro de 2010, pela varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos &amp;iacute;ndices oficiais da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o (&amp;Iacute;ndice Nacional de Pre&amp;ccedil;os ao Consumidor - INPC, do IBGE), no per&amp;iacute;odo de agosto a novembro de 2009, mais a previs&amp;atilde;o do respectivo &amp;iacute;ndice de dezembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico. As previs&amp;otilde;es de receita no projeto de Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria observar&amp;atilde;o as normas t&amp;eacute;cnicas e legais, considerar&amp;atilde;o os efeitos das altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, da varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &amp;iacute;ndice de pre&amp;ccedil;os, do crescimento econ&amp;ocirc;mico ou de qualquer outro fator relevante.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 17. Para fins de consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria do Munic&amp;iacute;pio, o Poder Legislativo encaminhar&amp;aacute; at&amp;eacute; 31 de julho, ao Poder Executivo, a sua proposta or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria, observadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es desta lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 18. O &amp;oacute;rg&amp;atilde;o respons&amp;aacute;vel pelo setor jur&amp;iacute;dico do Munic&amp;iacute;pio encaminhar&amp;aacute; ao &amp;oacute;rg&amp;atilde;o encarregado da elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do or&amp;ccedil;amento, at&amp;eacute; 31 de julho, a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos d&amp;eacute;bitos atualizados e constantes de precat&amp;oacute;rios judici&amp;aacute;rios a serem inclu&amp;iacute;dos na proposta or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria para o exerc&amp;iacute;cio de 2010, conforme determina o art. 100, &amp;sect; 1&amp;ordm;, da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal, com a reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o dada pela Emenda Constitucional n&amp;ordm; 30/2000.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico. O pagamento de precat&amp;oacute;rios judiciais ser&amp;aacute; efetuado em categoria de programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica, inclu&amp;iacute;da na Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria para esta finalidade.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 19. Na aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo Poder Legislativo do projeto de Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria Anual, as emendas ser&amp;atilde;o apresentadas na forma das disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es constitucionais e conforme estabelecido na Lei Org&amp;acirc;nica do Munic&amp;iacute;pio, ser&amp;atilde;o acompanhadas de exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de motivos que as justifiquem, e, somente poder&amp;atilde;o ser aprovadas caso:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - sejam compat&amp;iacute;veis com o Plano Plurianual e com a Lei de Diretrizes Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rias;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - indiquem os recursos necess&amp;aacute;rios, admitidos apenas os provenientes de anula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de despesas, exclu&amp;iacute;dos os que incidam sobre;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;a) dota&amp;ccedil;&amp;atilde;o para pessoal e seus encargos;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;b) servi&amp;ccedil;o da d&amp;iacute;vida;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;c) dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es destinadas &amp;agrave; manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e desenvolvimento do ensino e a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e servi&amp;ccedil;os de sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - sejam relacionadas com:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;a) a corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o de erros ou omiss&amp;otilde;es;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;b) os dispositivos do texto do projeto de lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm;. As emendas dever&amp;atilde;o indicar, como parte da justificativa:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - no caso de incidirem sobre despesas com investimentos, a viabilidade econ&amp;ocirc;mica e t&amp;eacute;cnica do projeto durante a vig&amp;ecirc;ncia da lei or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - no caso de incidirem sobre despesas com a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a comprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de n&amp;atilde;o inviabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o operacional da entidade ou &amp;oacute;rg&amp;atilde;o cuja despesa &amp;eacute; reduzida.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm;. A corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o de erros ou omiss&amp;otilde;es ser&amp;aacute; justificada circunstancialmente e n&amp;atilde;o implicar&amp;aacute; a indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de recursos para aumento de despesas previstas no projeto de lei or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 20. A cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos projetos ou atividades al&amp;eacute;m dos constantes da proposta de Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria Anual, por meio das emendas de que trata o artigo anterior, somente ser&amp;aacute; admitida mediante a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es alocadas a outros projetos ou atividades, observadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es constitucionais, o estabelecido na Lei Org&amp;acirc;nica do Munic&amp;iacute;pio e nesta Lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 21. Conforme estabelecido no &amp;sect; 1&amp;deg;, do art. 12, da Lei Complementar Federal n&amp;deg; 101/2000, a C&amp;acirc;mara de Vereadores s&amp;oacute; poder&amp;aacute; reestimar a receita prevista na lei or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria, se comprovado erro ou omiss&amp;atilde;o de ordem t&amp;eacute;cnica ou legal em sua estimativa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 22. A elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do projeto, a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria de 2010 dever&amp;atilde;o ser realizadas de modo a evidenciar a transpar&amp;ecirc;ncia da gest&amp;atilde;o fiscal, observado o princ&amp;iacute;pio da publicidade e permitido o amplo acesso da sociedade a todas as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es relativas a cada uma dessas etapas, bem como dever&amp;atilde;o levar em conta a obten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos resultados previstos no Anexo de Metas Fiscais que integra a presente lei, al&amp;eacute;m dos par&amp;acirc;metros da Receita Corrente L&amp;iacute;quida, visando ao equil&amp;iacute;brio or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rio-financeiro.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 23. O Poder Executivo dever&amp;aacute; elaborar e publicar a programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira e o cronograma de execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o mensal de desembolso, especificado por &amp;oacute;rg&amp;atilde;o, nos termos do art. 8&amp;ordm; da Lei Complementar Federal n&amp;ordm; 101, de 4 de maio de 2000, visando ao cumprimento da meta de resultado prim&amp;aacute;rio estabelecida nesta lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm;. A C&amp;acirc;mara Municipal dever&amp;aacute; enviar at&amp;eacute; dez dias ap&amp;oacute;s a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria de 2010, ao Poder Executivo, a programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de desembolso mensal para o referido exerc&amp;iacute;cio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm;. O Poder Executivo dever&amp;aacute; publicar a programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira e o cronograma de execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o mensal de desembolso at&amp;eacute; trinta dias ap&amp;oacute;s a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 24. Verificado, ao final de um bimestre, que a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das despesas foi superior &amp;agrave; realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das receitas, o Poder Legislativo e o Poder Executivo promover&amp;atilde;o, por ato pr&amp;oacute;prio e nos montantes necess&amp;aacute;rios, nos trinta dias subseq&amp;uuml;entes, limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empenho e movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm;. Caso necess&amp;aacute;ria, a limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o do empenho das dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rias e da movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira para o cumprimento do disposto no artigo 9&amp;ordm; da Lei Complementar Federal n&amp;ordm; 101/2000, visando atingir as metas fiscais previstas nos anexos desta lei, ser&amp;aacute; feita de forma proporcional ao montante dos recursos alocados para o atendimento de Outras Despesas Correntes e Investimentos de cada Poder, exclu&amp;iacute;das as despesas que constituem obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o constitucional ou legal de execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm;. Na hip&amp;oacute;tese da ocorr&amp;ecirc;ncia do disposto no caput deste artigo, o Poder Executivo comunicar&amp;aacute; ao Poder Legislativo, o montante que caber&amp;aacute; a cada um tornar indispon&amp;iacute;vel para empenho e movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 25. No exerc&amp;iacute;cio de 2010, o total da despesa do Poder Legislativo Municipal, inclu&amp;iacute;dos os subs&amp;iacute;dios dos Vereadores e exclu&amp;iacute;dos os gastos com inativos, n&amp;atilde;o poder&amp;aacute; ultrapassar o percentual de oito por cento relativo ao somat&amp;oacute;rio da receita tribut&amp;aacute;ria e das transfer&amp;ecirc;ncias previstas no &amp;sect; 5&amp;ordm; do artigo 153 e nos artigos 158 e 159 da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal, efetivamente arrecadadas no exerc&amp;iacute;cio anterior.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm;. O repasse de recursos para a C&amp;acirc;mara Municipal dever&amp;aacute; ocorrer at&amp;eacute; o dia 20 de cada m&amp;ecirc;s, sob pena de crime de responsabilidade do Prefeito Municipal, conforme disposto no inciso II, &amp;sect; 2&amp;ordm;, do artigo 29-A da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm;. A despesa total com folha de pagamento do Poder Legislativo, inclu&amp;iacute;dos os gastos com subs&amp;iacute;dios dos Vereadores, n&amp;atilde;o poder&amp;aacute; ultrapassar a setenta por cento de sua receita, de acordo com o estabelecido no &amp;sect;1&amp;ordm; do artigo 29-A da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 26. O Poder Legislativo encaminhar&amp;aacute; ao Poder Executivo sua proposta or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria, para fins de consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o, at&amp;eacute; o dia 31 de julho do corrente ano.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 27. A execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria e a contabilidade do Legislativo ser&amp;atilde;o processadas de forma independente, mas integrada ao Executivo para fins de consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o das contas do Munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico. At&amp;eacute; o dia vinte de cada m&amp;ecirc;s dever&amp;aacute; a C&amp;acirc;mara Municipal enviar &amp;agrave; Prefeitura c&amp;oacute;pia do balancete cont&amp;aacute;bil referente ao m&amp;ecirc;s anterior, conforme previsto no art. 12, inciso II, da Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o TC n&amp;ordm; 202/01.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 28. O projeto de Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria para o exerc&amp;iacute;cio de 2010 dever&amp;aacute; observar os limites m&amp;iacute;nimos de gastos com a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e desenvolvimento do ensino e com a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e servi&amp;ccedil;os de sa&amp;uacute;de, estabelecidos na Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm;. A aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos recursos na manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e desenvolvimento do ensino, al&amp;eacute;m das disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es constitucionais e legais, dever&amp;aacute; respeitar as normas emanadas do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe, em especial a Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o TC n&amp;ordm; 243/07.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm;. As despesas com a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e servi&amp;ccedil;os de sa&amp;uacute;de ser&amp;atilde;o realizadas em conformidade com as normas constitucionais e legais, observando-se ainda &amp;agrave;s determina&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Minist&amp;eacute;rio da Sa&amp;uacute;de e do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe, em especial a Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o TC n&amp;ordm; 215/02, e suas altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 29. Os recursos do FUNDEB - Fundo de Manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Desenvolvimento da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o B&amp;aacute;sica e de Valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Profissionais da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o aplicados conforme determina a Lei Federal n&amp;ordm; 11.494/2007 e a Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;ordm; 243/07 do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 30. Quando a abertura de cr&amp;eacute;dito especial implicar em altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o das metas e prioridades constantes dos quadros demonstrativos desta Lei e do Plano Plurianual - PPA 2010-2013, fica o Poder Executivo autorizado a fazer as readequa&amp;ccedil;&amp;otilde;es necess&amp;aacute;rias &amp;agrave; execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, acompanhamento, controle e avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o programada.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 31. As transfer&amp;ecirc;ncias de recursos or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rios a institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es privadas sem fins lucrativos, devem obedecer &amp;agrave;s disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es pertinentes contidas no art. 26 da Lei Complementar Federal n&amp;ordm; 101, de 04 de maio de 2000, sendo:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - Subven&amp;ccedil;&amp;otilde;es Sociais - as destinadas a despesas correntes de institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es privadas sem fins lucrativos, prestadoras de servi&amp;ccedil;os de assist&amp;ecirc;ncia social, m&amp;eacute;dica, educacional e cultural, de natureza continuada, regidas pelo que estabelecem os arts. 16 e 17, da Lei Federal n&amp;ordm; 4.320, de 17 de mar&amp;ccedil;o de 1964;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - Contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es - as destinadas a despesas correntes das demais institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es privadas sem fins lucrativos, que n&amp;atilde;o as enquadradas no inciso I deste artigo, firmadas em parceria com a administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica municipal para o desenvolvimento de programas e a&amp;ccedil;&amp;otilde;es que contribuam diretamente para o alcance de diretrizes, objetivos e metas previstas no Plano Plurianual;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - Aux&amp;iacute;lios - as destinadas a despesas de capital de institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es privadas sem fins lucrativos, compreendendo tanto as entidades referidas no inciso I, quanto &amp;agrave;s mencionadas no inciso II, deste artigo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 32. A concess&amp;atilde;o de subven&amp;ccedil;&amp;otilde;es sociais, aux&amp;iacute;lios e contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es a institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es privadas sem fins lucrativos, que prestem servi&amp;ccedil;os nas &amp;aacute;reas de sa&amp;uacute;de, assist&amp;ecirc;ncia social e educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, depender&amp;atilde;o de autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o legislativa e ser&amp;aacute; calculada, sempre que poss&amp;iacute;vel, com base em unidade de servi&amp;ccedil;os prestados ou postos &amp;agrave; disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos interessados.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm;. As subven&amp;ccedil;&amp;otilde;es sociais s&amp;oacute; poder&amp;atilde;o ser concedidas a institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es privadas de utilidade p&amp;uacute;blica, sem fins lucrativos e que tenham atendimento direto ao p&amp;uacute;blico, de forma gratuita.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm;. A concess&amp;atilde;o de aux&amp;iacute;lios e contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de que trata o caput deste artigo, estar&amp;aacute; subordinada &amp;agrave;s raz&amp;otilde;es de interesse p&amp;uacute;blico e destinar-se-&amp;atilde;o, exclusivamente, &amp;agrave;s entidades sem fins lucrativos;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm;. As dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es e valores destinados a subven&amp;ccedil;&amp;otilde;es sociais de entidades beneficiadas dever&amp;atilde;o ser discriminados tanto nos cr&amp;eacute;ditos or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rios como nos adicionais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 4&amp;ordm;. As entidades privadas beneficiadas com recursos de que trata este artigo, submeter-se-&amp;atilde;o &amp;agrave; fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do poder concedente, com a finalidade de verificar o cumprimento de metas e objetivos para os quais receberam os recursos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 33. A Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica Municipal poder&amp;aacute; destinar recursos para diretamente ou indiretamente, cobrir necessidades de pessoas f&amp;iacute;sicas, comprovadamente carentes, por meio de outros aux&amp;iacute;lios financeiros a pessoas f&amp;iacute;sicas ou material de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o gratuita, desde que observados os requisitos estabelecidos no art. 26, da Lei Complementar Federal n&amp;ordm; 101/00.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico. Para fins do disposto neste artigo, entende-se por:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - aux&amp;iacute;lios financeiros a pessoas f&amp;iacute;sicas: dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es destinadas a atender despesas de concess&amp;atilde;o de auxilio financeiro diretamente a pessoas f&amp;iacute;sicas, sob diferentes modalidades, como ajuda, apoio financeiro ou complementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o na aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bens; e&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - material de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o gratuita: dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es destinadas a atender despesa com a aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de materiais de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o gratuita, tais como livros did&amp;aacute;ticos, g&amp;ecirc;neros aliment&amp;iacute;cios, materiais de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e outros materiais ou bens que possam ser distribu&amp;iacute;dos gratuitamente, exceto os destinados a premia&amp;ccedil;&amp;otilde;es culturais, art&amp;iacute;sticas, cient&amp;iacute;ficas, desportivas e outras.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 34. As transfer&amp;ecirc;ncias de recursos &amp;agrave;s entidades previstas no art. 31 desta Lei, dever&amp;atilde;o ser precedidas da aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de plano de trabalho e da celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conv&amp;ecirc;nio, devendo ser observadas na elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tais instrumentos as exig&amp;ecirc;ncias do art. 116 da Lei Federal n&amp;ordm; 8.666/1993.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm;. Compete ao &amp;oacute;rg&amp;atilde;o concedente o acompanhamento da realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do plano de trabalho executado com recursos transferidos pelo Munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm;. &amp;Eacute; vedada a celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conv&amp;ecirc;nio com entidade em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o irregular com o Munic&amp;iacute;pio, em decorr&amp;ecirc;ncia de transfer&amp;ecirc;ncia feita anteriormente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm;. Excetuam-se do cumprimento dos dispositivos legais a que se refere o caput deste artigo as caixas escolares da rede p&amp;uacute;blica municipal de ensino que receberem recursos diretamente do Governo Federal por meio do PDDE - Programa Dinheiro Direto na Escola.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 35. Para fins de cumprimento do art. 62 da Lei Complementar Federal n&amp;ordm; 101/2000, fica o Munic&amp;iacute;pio autorizado a firmar conv&amp;ecirc;nio ou cong&amp;ecirc;neres, com a Uni&amp;atilde;o e/ou  Estado, com vistas:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - ao funcionamento dos servi&amp;ccedil;os de seguran&amp;ccedil;a p&amp;uacute;blica;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - a possibilitar o assessoramento t&amp;eacute;cnico aos produtores rurais do Munic&amp;iacute;pio;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - a utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o conjunta, no Munic&amp;iacute;pio, de m&amp;aacute;quinas e equipamentos de propriedade do Estado e/ou Uni&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV - a cess&amp;atilde;o de servidores para o funcionamento de cart&amp;oacute;rios eleitorais;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;V - ao desenvolvimento de programas priorit&amp;aacute;rios nas &amp;aacute;reas de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cultura, sa&amp;uacute;de, assist&amp;ecirc;ncia social, agricultura, habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e outras de relevante interesse p&amp;uacute;blico, sem &amp;ocirc;nus para o Munic&amp;iacute;pio, ou com contrapartida.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO V&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;DAS DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES RELATIVAS &amp;Agrave; D&amp;Iacute;VIDA P&amp;Uacute;BLICA MUNICIPAL&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 36. Poder&amp;atilde;o ser inclu&amp;iacute;das no projeto de lei or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es relativas &amp;agrave;s opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de cr&amp;eacute;dito contratadas ou cujas cartas-consulta tenham sido autorizadas, ou aquelas que vir&amp;atilde;o a ser pleiteadas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 37. As opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de cr&amp;eacute;dito ser&amp;atilde;o autorizadas por lei espec&amp;iacute;fica.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 38. A lei or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria anual conter&amp;aacute; autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o para para realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito por antecipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da receita or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria, obedecidas as determina&amp;ccedil;&amp;otilde;es estabelecidas em resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Senado Federal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 39. Ultrapassado o limite de endividamento definido na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o pertinente e, enquanto perdurar o excesso, o Munic&amp;iacute;pio:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - estar&amp;aacute; proibido de realizar opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito interna ou externa, inclusive por antecipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de receita, ressalvado o principal atualizado da d&amp;iacute;vida mobili&amp;aacute;ria;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - obter&amp;aacute; resultado prim&amp;aacute;rio necess&amp;aacute;rio &amp;agrave; recondu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da d&amp;iacute;vida ao limite, promovendo, entre outras medidas, a limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empenho de que trata o art. 9&amp;ordm;, da Lei Complementar Federal n&amp;ordm; 101/00.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO VI&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;DAS DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES RELATIVAS &amp;Agrave;S DESPESAS DO MUNIC&amp;Iacute;PIO COM PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 40. Para efeitos desta Lei, entende-se como despesa total com pessoal, o somat&amp;oacute;rio dos gastos com os ativos, os inativos e os pensionistas, relativos a mandatos eletivos, cargos, fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou empregos, civis e de membros de Poder, com quaisquer esp&amp;eacute;cies remunerat&amp;oacute;rias, tais como vencimentos e vantagens, fixas e vari&amp;aacute;veis, subs&amp;iacute;dios, proventos da aposentadoria, reformas e pens&amp;otilde;es, inclusive adicionais, gratifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, horas extras e vantagens pessoais de qualquer natureza, bem como encargos sociais e contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es recolhidas pelo Munic&amp;iacute;pio &amp;agrave;s entidades de previd&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico. A despesa total com pessoal ser&amp;aacute; apurada somando-se a realizada no m&amp;ecirc;s em refer&amp;ecirc;ncia com as dos onze meses imediatamente anteriores, adotando-se o regime de compet&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 41. Os contratos de terceiriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de m&amp;atilde;o de obra que se referem &amp;agrave; substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servidores e empregados p&amp;uacute;blicos ser&amp;atilde;o contabilizados como "Outras Despesas de Pessoal".&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico. N&amp;atilde;o se considera como substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servidores e empregados p&amp;uacute;blicos, para efeito do caput deste artigo, os contratos de terceiriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o relativos &amp;agrave; execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o indireta de atividade que, simultaneamente:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - sejam acess&amp;oacute;rias, instrumentais ou complementares aos assuntos que constituem &amp;aacute;rea de compet&amp;ecirc;ncia legal do &amp;oacute;rg&amp;atilde;o ou entidade;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - n&amp;atilde;o sejam inerentes a categorias funcionais abrangidas por plano de cargos do quadro de pessoal do &amp;oacute;rg&amp;atilde;o ou entidade, salvo expressa disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o legal em contrario, ou quando se tratar de cargo ou categoria extinta, total ou parcialmente.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - n&amp;atilde;o caracterizem rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta de emprego.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 42. As dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;rias destinadas &amp;agrave;s despesas com pessoal e encargos sociais, em cada Poder, ser&amp;atilde;o estimadas, para o exerc&amp;iacute;cio de 2010, com base na folha de pagamento de julho de 2009, projetada para o exerc&amp;iacute;cio, considerando os eventuais acr&amp;eacute;scimos legais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 43. Na lei or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria do exerc&amp;iacute;cio de 2010, as despesas com pessoal e encargos sociais devem estar de acordo com os limites estabelecidos na Lei Complementar Federal n&amp;ordm; 101, de 04 de maio de 2000.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 44. A verifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do cumprimento dos limites estabelecidos no artigo anterior desta Lei ser&amp;aacute; realizada de acordo com as normas previstas na Lei Complementar Federal n&amp;ordm; 101/00.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 45. Para fins de atendimento ao disposto no &amp;sect; 1&amp;ordm;, inciso II do art. 169 da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal, observado o inciso I do mesmo par&amp;aacute;grafo, ficam autorizadas as concess&amp;otilde;es de quaisquer vantagens, aumentos de remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cargos, empregos e fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de estrutura de carreiras, bem como admiss&amp;otilde;es ou contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es de pessoal a qualquer t&amp;iacute;tulo, inclusive a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de concursos p&amp;uacute;blicos para provimento de cargos, observadas as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e os crit&amp;eacute;rios estabelecidos em leis espec&amp;iacute;ficas para cada situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO VIII&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;DAS DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES SOBRE ALTERA&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES NA&lt;br /&gt;LEGISLA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O TRIBUT&amp;Aacute;RIA&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 46. Em caso de necessidade, o Poder Executivo encaminhar&amp;aacute; &amp;aacute; C&amp;acirc;mara Municipal projeto de lei dispondo sobre altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria municipal e incremento da receita, incluindo:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ajustamento da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria &amp;agrave;s altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es da correspondente legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o Estadual e Federal;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - revis&amp;otilde;es e simplifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria municipal;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - aperfei&amp;ccedil;oamento dos instrumentos de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV - estabelecimento de crit&amp;eacute;rios de compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de renuncia caso o Munic&amp;iacute;pio conceda incentivos ou benef&amp;iacute;cios de natureza tribut&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 47. Projeto de Lei que conceda ou amplie incentivo ou benef&amp;iacute;cio de natureza tribut&amp;aacute;ria s&amp;oacute; ser&amp;aacute; aprovado ou editado se atendidas as exig&amp;ecirc;ncias do art. 14, da Lei Complementar Federal n&amp;ordm; 101/2000.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 48. Na estimativa das receitas do projeto de lei or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria poder&amp;atilde;o ser considerados os efeitos de propostas de altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria e nas contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es que sejam objeto de Projeto de Lei que esteja em tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Legislativo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 49. Os tributos lan&amp;ccedil;ados e n&amp;atilde;o arrecadados, inscritos em d&amp;iacute;vida ativa, cujos custos para cobran&amp;ccedil;a sejam superiores ao cr&amp;eacute;dito tribut&amp;aacute;rio, poder&amp;atilde;o ser cancelados, mediante autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Lei, n&amp;atilde;o se constituindo como ren&amp;uacute;ncia de receita.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO IX&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;DAS DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES FINAIS&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 50. Cabe ao &amp;oacute;rg&amp;atilde;o central de planejamento do Poder Executivo a responsabilidade pela coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o da elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o da proposta or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria de que trata esta lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 51. O Executivo Municipal enviar&amp;aacute; a proposta or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria &amp;agrave; C&amp;acirc;mara Municipal at&amp;eacute; o dia 30 de setembro de 2009, que a apreciar&amp;aacute; e a devolver&amp;aacute; para san&amp;ccedil;&amp;atilde;o at&amp;eacute; o encerramento da sess&amp;atilde;o legislativa anual.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm;. A C&amp;acirc;mara Municipal n&amp;atilde;o entrar&amp;aacute; em recesso enquanto n&amp;atilde;o cumprir o disposto no caput deste artigo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; Se o Projeto de Lei Or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria anual n&amp;atilde;o for sancionado at&amp;eacute; 31 de dezembro de 2009, fica o Executivo Municipal autorizado a executar a proposta or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria na forma original encaminhada ao Poder Legislativo, at&amp;eacute; a san&amp;ccedil;&amp;atilde;o da respectiva lei or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria anual.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 52. A cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o, expans&amp;atilde;o ou aperfei&amp;ccedil;oamento de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o governamental que acarrete aumento de despesa, observar&amp;aacute; o disposto no art. 16 da Lei Complementar Federal n.&amp;ordm; 101/ 2000, considerando-se despesa irrelevante, para fins de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do referido dispositivo, as despesas cujo valor n&amp;atilde;o ultrapasse a 10% (dez por cento) da despesa total fixada na lei or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 53. Os anexos aqui acostados fazem parte da presente lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 54. Fica o Poder Legislativo autorizado a proceder com a transposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es dentro dos limites do seu pr&amp;oacute;prio or&amp;ccedil;amento.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 55. O Poder Executivo dever&amp;aacute; incorporar no Or&amp;ccedil;amento Geral do Munic&amp;iacute;pio a proposta or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria do Legislativo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 56. Esta lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 57. Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana/SE, 06 de Julho de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-07-06 00:00:00</criado><alterado>2009-07-06 00:00:00</alterado></item><item><id>1279</id><titulo>Altera a Lei n&#xB0; 827, de 24 de abril de 1997, que disp&#xF5;e sobre a cria&#xE7;&#xE3;o do Conselho Municipal de Alimenta&#xE7;&#xE3;o Escolar e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>1359</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-08-06 00:00:00</aprovada><slug>altera-a-lei-n-827-de-24-de-abril-de-1997-que-disp-e-sobre-a-cria-o-do-conselho-municipal-de-alimenta-o-escolar-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;LEI N&amp;ordm;. 1.359&lt;br /&gt;De 06 de agosto de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Altera a Lei n&amp;deg; 827, de 24 de abril de 1997, que disp&amp;otilde;e sobre a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Conselho Municipal de Alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o Escolar e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, Estado de Sergipe.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu sanciono e promulgo a seguinte lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt; Art. 1&amp;ordm; - O artigo 3&amp;deg;, da Lei Municipal n&amp;deg; 827, de 24 de abril de 1997, passa a vigorar com as seguintes altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;"Art. 3&amp;deg; - O Conselho Municipal de Alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o Escolar - COMAE, ter&amp;aacute; a seguinte composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV - 02 (dois) representantes indicados por entidades civis organizadas, escolhidos em assembl&amp;eacute;ia espec&amp;iacute;fica.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;deg; Cada membro titular do CAE ter&amp;aacute; 01 (um) suplente do mesmo segmento representado.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;deg; Os membros ter&amp;atilde;o mandato de 04 (quatro) anos, podendo ser reconduzidos de acordo com a indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus respectivos segmentos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 3&amp;deg; A presid&amp;ecirc;ncia e a vice-presid&amp;ecirc;ncia do CAE somente poder&amp;atilde;o ser exercidas pelos representantes indicados nos incisos II, III e IV deste artigo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 4&amp;deg; O exerc&amp;iacute;cio do mandato de conselheiros do CAE &amp;eacute; considerado servi&amp;ccedil;o p&amp;uacute;blico relevante n&amp;atilde;o remunerado".&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Esta Lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana/SE, 06 de agosto de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal de Itabaiana&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-08-06 00:00:00</criado><alterado>2009-08-06 00:00:00</alterado></item><item><id>1278</id><titulo>Altera a Lei n&#xB0; 1223, de 08 de mar&#xE7;o de 2007, que disp&#xF5;e sobre a cria&#xE7;&#xE3;o do Conselho Municipal de Acompanhamento e Controle Social do Fundo de Manuten&#xE7;&#xE3;o e Desenvolvimento da Educa&#xE7;&#xE3;o B&#xE1;sica e de Valoriza&#xE7;&#xE3;o dos Profissionais da Educa&#xE7;&#xE3;o &#x2013; FUNDEB.</titulo><numero>1360</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-08-06 00:00:00</aprovada><slug>altera-a-lei-n-1223-de-08-de-mar-o-de-2007-que-disp-e-sobre-a-cria-o-do-conselho-municipal-de-acompanhamento-e-controle-social-do-fundo-de-manuten-o-e-desenvolvimento-da-educa-o-b-sica-e-de-valoriza-o-dos-profissionais-da-educa-o-fundeb</slug><descricao>&lt;p&gt;LEI N&amp;ordm;. 1.360&lt;br /&gt;De 06 de agosto de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Altera a Lei n&amp;deg; 1223, de 08 de mar&amp;ccedil;o de 2007, que disp&amp;otilde;e sobre a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Conselho Municipal de Acompanhamento e Controle Social do Fundo de Manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Desenvolvimento da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o B&amp;aacute;sica e de Valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Profissionais da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o - FUNDEB.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, Estado de Sergipe.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu sanciono e promulgo a seguinte lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt; Art. 1&amp;ordm; - O artigo 2&amp;deg;, da Lei Municipal n&amp;deg; 1.223, de 08 de mar&amp;ccedil;o de 2007, passa a vigorar com as seguintes altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;"Art. 2&amp;deg; - O Conselho a que se refere o artigo 1&amp;deg; &amp;eacute; constitu&amp;iacute;do por 10 (dez) membros titulares, acompanhados de seus respectivos suplentes, conforme representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o a seguir discriminados:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - 02 (dois) representantes do Poder Executivo Municipal, dos quais 01 (um) da Secretaria Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - 01 (um) representante dos professores das escolas p&amp;uacute;blicas municipais;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - 01 (um) representante dos diretores das escolas p&amp;uacute;blicas municipais;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV - 01 (um) representante dos servi&amp;ccedil;os t&amp;eacute;cnicos-administrativos das escolas p&amp;uacute;blicas municipais;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;V - 02 (dois) representantes dos pais de alunos das escolas p&amp;uacute;blicas municipais;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VI - 02 (dois) representantes dos estudantes da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o b&amp;aacute;sica p&amp;uacute;blica, um dos quais indicado pela entidade estudantes secundaristas;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VII - 01 (um) representante do Conselho tutelas;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VIII - 01 (um) representante do Conselho Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt; &amp;sect; 1&amp;deg; - Os membros e respectivos suplentes de que trata o inciso I, deste artigo, ser&amp;atilde;o indicados pelo Prefeito Municipal ou pelo Secret&amp;aacute;rio Municipal de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o."&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Fica acrescentado o &amp;sect; 6&amp;deg; ao art. 2&amp;deg;, com a seguinte reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;"&amp;sect; 6&amp;deg; - O Conselho ter&amp;aacute; um presidente e, opcionalmente, um vice-presidente ambos eleitos por seus pares, estando impedidos de ocupar tais fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es os conselheiros representantes do Poder Executivo, gestores dos recursos do Fundo".&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;ordm; - Esta Lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, retroagindo seus efeitos a partir de 20 de julho de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana/SE, 06 de agosto de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal de Itabaiana&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-08-06 00:00:00</criado><alterado>2009-08-06 00:00:00</alterado></item><item><id>1277</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre nomea&#xE7;&#xE3;o de rua e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias. </titulo><numero>1361</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-08-06 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-nomea-o-de-rua-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt; LEI N&amp;ordm; 1.361&lt;br /&gt;De 06 de agosto de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rua e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu promulgo e sanciono a seguinte Lei;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - A rua projetada localizada no Loteamento Cinco Estrela iniciando no limite de propriedade particular "Plaza" e finalizando na Estrada carro&amp;ccedil;ada Z&amp;eacute; Branco, passar&amp;aacute; a denominar-se de RUA JOSU&amp;Eacute; DE JESUS OLIVEIRA.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Esta lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;deg; - Ficam revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, 06 de agosto de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-08-06 00:00:00</criado><alterado>2009-08-06 00:00:00</alterado></item><item><id>1276</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre nomea&#xE7;&#xE3;o de rua e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias. </titulo><numero>1412</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2010-09-09 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-nomea-o-de-rua-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt; LEI N&amp;ordm; 1.412&lt;br /&gt;De 09 de setembro de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rua e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu promulgo e sanciono a seguinte Lei;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - A rua projetada localizada no Loteamento Frique no Bairro Jos&amp;eacute; Milton Machado, tendo o seu in&amp;iacute;cio na Rua Martiliano dos Santos, a mesma passando pela Rua Davi Nascimento Cunha, finalizando na Rua Josefa da Anuncia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Santos, passar&amp;aacute; a denominar-se de Rua Ala&amp;iacute;de de Rezende Prado, antes conhecida como Rua Eduardo Albuquerque.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Esta lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;deg; - Ficam revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, 09 de setembro de 2010.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2010-09-09 00:00:00</criado><alterado>2010-09-09 00:00:00</alterado></item><item><id>1275</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre nomea&#xE7;&#xE3;o de rua e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.  </titulo><numero>1363</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-08-06 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-nomea-o-de-rua-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt; LEI N&amp;ordm; 1.363&lt;br /&gt;De 06 de agosto de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rua e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu promulgo e sanciono a seguinte Lei;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - A rua projetada localizada no Loteamento Cinco Estrela iniciando na Rua Ol&amp;iacute;vio Ferreira das Chagas e finalizando no Loteamento do Sr. Monoel Ara&amp;uacute;jo, passar&amp;aacute; a denominar-se de RUA JOS&amp;Eacute; FRANCISCO DAS CHAGAS.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Esta lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;deg; - Ficam revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, 06 de agosto de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-08-06 00:00:00</criado><alterado>2009-08-06 00:00:00</alterado></item><item><id>1274</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre nomea&#xE7;&#xE3;o de rua e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.    </titulo><numero>1364</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-08-06 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-nomea-o-de-rua-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt; LEI N&amp;ordm; 1.364&lt;br /&gt;De 06 de agosto de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rua e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu promulgo e sanciono a seguinte Lei;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - A rua projetada localizada no Loteamento Cinco Estrela iniciando na Rua Jos&amp;eacute; de Jesus e finalizando na Rua Ant&amp;ocirc;nio Jos&amp;eacute; de Oliveira, passar&amp;aacute; a denominar-se de RUA JOSINA EPIFANIA DE OLIVEIRA.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Esta lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;deg; - Ficam revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, 06 de agosto de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-08-06 00:00:00</criado><alterado>2009-08-06 00:00:00</alterado></item><item><id>1273</id><titulo>Estabelece denomina&#xE7;&#xE3;o oficial de povoado e seus limites do nosso munic&#xED;pio e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.   </titulo><numero>1365</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-09-10 00:00:00</aprovada><slug>estabelece-denomina-o-oficial-de-povoado-e-seus-limites-do-nosso-munic-pio-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt; LEI N&amp;deg; 1.365&lt;br /&gt;De 10 de setembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Estabelece denomina&amp;ccedil;&amp;atilde;o oficial de povoado e seus limites do nosso munic&amp;iacute;pio e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu promulgo e sanciono a seguinte Lei;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica estabelecida como Rio das Pedras a denomina&amp;ccedil;&amp;atilde;o do povoado deste munic&amp;iacute;pio tamb&amp;eacute;m conhecido como Mund&amp;eacute;s.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Art. 2&amp;ordm; - O sobredito povoado tem seus limites fixados na seguinte forma:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - a leste pelo riacho Mund&amp;eacute;s, que divide do povoado Alto dos Ventos, desde o cruzamento do dito riacho pela estrada Real Sim&amp;atilde;o Dias a Laranjeiras, por ele at&amp;eacute; as suas nascentes; em mesmo sentido, em linha reta at&amp;eacute; o riacho Ant&amp;ocirc;nio Leandro;&lt;br /&gt;II - ao oeste pelo riacho Tapuais que o divide do povoado Gandu II, desde o cruzamento do dito riacho pela Estrada Real Sim&amp;atilde;o Dias a Laranjeiras, por ele at&amp;eacute; suas nascentes, e destas, em linha reta at&amp;eacute; encontrar a linha demarcat&amp;oacute;ria do Parque Nacional da Serra de Itabaiana, ao p&amp;eacute; da mesma serra;&lt;br /&gt;III - ao sul pela Estrada Real de Sim&amp;atilde;o Dias a Laranjeiras, desde o cruzamento desta pelo riacho Tapuais, at&amp;eacute; o seu cruzamento pelo riacho Mund&amp;eacute;s;&lt;br /&gt;IV - ao norte pelo riacho Ant&amp;ocirc;nio Leandro e linha demarcat&amp;oacute;ria do Parque Nacional da Serra de Itabaiana.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;deg; - Esta lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 4&amp;deg; - Revoguem-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana, 10 de setembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-09-10 00:00:00</criado><alterado>2009-09-10 00:00:00</alterado></item><item><id>1272</id><titulo>Altera a tabela de vencimentos &#x2013; anexo IV &#x2013; da Lei 1.326, de 03 de fevereiro de 2009 e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>1366</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-09-18 00:00:00</aprovada><slug>altera-a-tabela-de-vencimentos-anexo-iv-da-lei-1-326-de-03-de-fevereiro-de-2009-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LEI N&amp;deg; 1.366&lt;br /&gt;De 18 de setembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Altera a tabela de vencimentos - anexo IV - da Lei 1.326, de 03 de fevereiro de 2009 e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, ESTADO DE SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu promulgo e sanciono a seguinte Lei;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;deg; - Fica alterada a tabela de vencimentos - anexo IV - da lei 1.326, de 03 de fevereiro de 2009, passando a ter a composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, conforme demonstrado na tabela em anexo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Esta Lei entrar&amp;aacute; em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;ordm; - Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana/SE, 18 de setembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio Municipal de Assuntos Jur&amp;iacute;dicos&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-09-18 00:00:00</criado><alterado>2009-09-18 00:00:00</alterado></item><item><id>1271</id><titulo>Reconhece de Utilidade P&#xFA;blica Municipal e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias. </titulo><numero>1367</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-09-29 00:00:00</aprovada><slug>reconhece-de-utilidade-p-blica-municipal-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LEI N&amp;deg; 1.367&lt;br /&gt;De 29 de setembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Reconhece de Utilidade P&amp;uacute;blica Municipal e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, ESTADO DE SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu promulgo e sanciono a seguinte Lei;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;deg; - Fica reconhecido de Utilidade P&amp;uacute;blica Municipal o Centro de Atendimento Infanto Juvenil de Itabaiana - CAIJI - fundada em janeiro de 2005.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Esta Lei entrar&amp;aacute; em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;ordm; - Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana/SE, 29 de setembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio Municipal de Assuntos Jur&amp;iacute;dicos&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-09-29 00:00:00</criado><alterado>2009-09-29 00:00:00</alterado></item><item><id>1270</id><titulo>Autoriza o Poder Executivo Municipal a doar ao CREAS (Centro de Refer&#xEA;ncia Especializada de Assist&#xEA;ncia Social) um terreno destinado a constru&#xE7;&#xE3;o de sede pr&#xF3;pria, ao passo em que revoga a Lei Municipal n&#xBA;. 1.357 de 21 de julho de 2009.</titulo><numero>1368</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-10-22 00:00:00</aprovada><slug>autoriza-o-poder-executivo-municipal-a-doar-ao-creas-centro-de-refer-ncia-especializada-de-assist-ncia-social-um-terreno-destinado-a-constru-o-de-sede-pr-pria-ao-passo-em-que-revoga-a-lei-municipal-n-1-357-de-21-de-julho-de-2009</slug><descricao>&lt;p&gt;LEI N&amp;deg; 1.368 &lt;br /&gt;DE 22 DE OUTUBRO DE 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Autoriza o Poder Executivo Municipal a doar ao CREAS (Centro de Refer&amp;ecirc;ncia Especializada de Assist&amp;ecirc;ncia Social) um terreno destinado a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sede pr&amp;oacute;pria, ao passo em que revoga a Lei Municipal n&amp;ordm;. 1.357 de 21 de julho de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a c&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu promulgo e sanciono a seguinte Lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica o Poder Executivo Municipal autorizado a doar ao CREAS (Centro de Refer&amp;ecirc;ncia Especializada de Assist&amp;ecirc;ncia Social) um terreno localizado na Travessa "D", esquina com a Rua Adalberto Silva (antiga Rua "E"), destinado a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sua sede pr&amp;oacute;pria, com uma &amp;aacute;rea de terra medindo 2.722,93 m&amp;sup2;, situado em frente para o LESTE com a Travessa "D", ao NORTE com a Rua Adalberto Silva, ao SUL com a Rua Jos&amp;eacute; Braz Santos Oliveira e a OESTE com a Rua Projetada, conforme croqui anexo que passa a integrar a presente Lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - o im&amp;oacute;vel doado &amp;eacute; fruto de um desmembramento de uma &amp;aacute;rea que possui como caracter&amp;iacute;sticas, confronta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e benfeitorias constantes da matr&amp;iacute;cula n&amp;ordm;. 03-5.356, fls. 256, do Livro 02-T, em 04 de novembro de 1993, do Cart&amp;oacute;rio de Registro de Im&amp;oacute;veis, desta Comarca.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - O im&amp;oacute;vel doado destina-se &amp;agrave; constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sede pr&amp;oacute;pria do CREAS (Centro de Refer&amp;ecirc;ncia Especializada de Assist&amp;ecirc;ncia Social);&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - A destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o referida no caput deste artigo ser&amp;aacute; registrada no termo de doa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art.3&amp;ordm; - Se no prazo de um ano da data de publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta lei a sede do CREAS (Centro de Refer&amp;ecirc;ncia Especializada de Assist&amp;ecirc;ncia Social), n&amp;atilde;o for devidamente constru&amp;iacute;da, a referida &amp;aacute;rea doada voltar&amp;aacute; a fazer parte do acervo imobili&amp;aacute;rio do Munic&amp;iacute;pio de Itabaiana.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 4&amp;ordm; - Esta Lei entra em vigor na data da sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;ordm; - Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio em especial a lei n&amp;ordm;. 1.357 de 21 de julho de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana/SE, 22 de outubro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal de Itabaiana&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio Municipal de Assuntos Jur&amp;iacute;dicos&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-10-22 00:00:00</criado><alterado>2009-10-22 00:00:00</alterado></item><item><id>1269</id><titulo>Institui o &#x201C;Dia da B&#xED;blia&#x201D; em nosso munic&#xED;pio e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>1369</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-10-29 00:00:00</aprovada><slug>institui-o-dia-da-b-blia-em-nosso-munic-pio-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;LEI N&amp;deg; 1.369&lt;br /&gt;DE 29 DE OUTUBRO DE 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Institui o "Dia da B&amp;iacute;blia" em nosso munic&amp;iacute;pio e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a c&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu promulgo e sanciono a seguinte Lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica institu&amp;iacute;do no Munic&amp;iacute;pio de Itabaiana, o "Dia da B&amp;iacute;blia", a ser comemorado no segundo domingo do m&amp;ecirc;s de dezembro.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - o im&amp;oacute;vel doado &amp;eacute; fruto de um desmembramento de uma &amp;aacute;rea que possui como caracter&amp;iacute;sticas, confronta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e benfeitorias constantes da matr&amp;iacute;cula n&amp;ordm;. 03-5.356, fls. 256, do Livro 02-T, em 04 de novembro de 1993, do Cart&amp;oacute;rio de Registro de Im&amp;oacute;veis, desta Comarca.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - O im&amp;oacute;vel doado destina-se &amp;agrave; constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sede pr&amp;oacute;pria do CREAS (Centro de Refer&amp;ecirc;ncia Especializada de Assist&amp;ecirc;ncia Social);&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - A destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o referida no caput deste artigo ser&amp;aacute; registrada no termo de doa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art.3&amp;ordm; - Se no prazo de um ano da data de publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta lei a sede do CREAS (Centro de Refer&amp;ecirc;ncia Especializada de Assist&amp;ecirc;ncia Social), n&amp;atilde;o for devidamente constru&amp;iacute;da, a referida &amp;aacute;rea doada voltar&amp;aacute; a fazer parte do acervo imobili&amp;aacute;rio do Munic&amp;iacute;pio de Itabaiana.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 4&amp;ordm; - Esta Lei entra em vigor na data da sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;ordm; - Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio em especial a lei n&amp;ordm;. 1.357 de 21 de julho de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana/SE, 22 de outubro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal de Itabaiana&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio Municipal de Assuntos Jur&amp;iacute;dicos&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-10-29 00:00:00</criado><alterado>2009-10-29 00:00:00</alterado></item><item><id>1268</id><titulo>Disciplina o h&#xE1;bito de fumar em recintos de uso coletivo, define a responsabilidade por dano ao consumidor e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>1370</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-10-29 00:00:00</aprovada><slug>disciplina-o-h-bito-de-fumar-em-recintos-de-uso-coletivo-define-a-responsabilidade-por-dano-ao-consumidor-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;LEI N&amp;deg; 1.370&lt;br /&gt;DE 29 DE OUTUBRO DE 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Disciplina o h&amp;aacute;bito de fumar em recintos de uso coletivo, define a responsabilidade por dano ao consumidor e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a c&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu promulgo e sanciono a seguinte Lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica proibido fumar em recintos de uso coletivo, nos termos desta lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Consideram-se &amp;lsquo;recintos de uso coletivo', para fins desta lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - os ambientes de trabalho, de estudo, de cultura, de culto religioso, de lazer, de esporte e de entretenimento;&lt;br /&gt;II - as &amp;aacute;reas comuns de condom&amp;iacute;nio;&lt;br /&gt;III - casas de espet&amp;aacute;culo, teatros, cinemas, bares, lanchonetes, boates, restaurantes e pra&amp;ccedil;as de alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;IV - hot&amp;eacute;is e pousadas;&lt;br /&gt;V - centros comerciais, bancos e similares;&lt;br /&gt;VI - supermercados, a&amp;ccedil;ougues, padarias, farm&amp;aacute;cias e drogarias;&lt;br /&gt;VII - reparti&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas e institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de sa&amp;uacute;de;&lt;br /&gt;VIII - escolas, museus, bibliotecas e espa&amp;ccedil;os de exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;IX - ve&amp;iacute;culos p&amp;uacute;blicos ou privados de transporte coletivo, viaturas oficiais de qualquer esp&amp;eacute;cie e t&amp;aacute;xis.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - Consideram-se tamb&amp;eacute;m, para efeito das disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es desta lei, quaisquer locais de uso coletivo, total ou parcialmente fechados em qualquer dos seus lados por parede, divis&amp;oacute;ria, teto ou telhado, ainda que provis&amp;oacute;rios, onde haja perman&amp;ecirc;ncia ou circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pessoas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art.3&amp;ordm; - Nos ambientes relacionadas no art. 2&amp;deg; desta lei, fica proibido, o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos ou qualquer outro fum&amp;iacute;geno, derivado ou n&amp;atilde;o de tabaco.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 4&amp;deg; - O respons&amp;aacute;vel pelo estabelecimento de que trata esta lei dever&amp;aacute; advertir os eventuais infratores sobre a proibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o nela contida, bem como sobre a obrigatoriedade, caso persista na conduta coibida, de imediata retirada do local, se necess&amp;aacute;rio mediante aux&amp;iacute;lio da for&amp;ccedil;a policial.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;deg; - Tratando-se de fornecimento de produtos e servi&amp;ccedil;os, o empres&amp;aacute;rio dever&amp;aacute; cuidar, proteger e vigiar para que no local de funcionamento de sua empresa n&amp;atilde;o seja praticada infra&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao disposto nesta lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 6&amp;deg; - Esta lei n&amp;atilde;o se aplica:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - aos locais de culto religioso em que o produto fum&amp;iacute;geno fa&amp;ccedil;a parte do ritual;&lt;br /&gt;II - &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de tratamento de sa&amp;uacute;de que tenham pacientes autorizados a fumar pelo m&amp;eacute;dico que o assista;&lt;br /&gt;III - &amp;agrave;s vias p&amp;uacute;blicas e aos espa&amp;ccedil;os ao ar livre;&lt;br /&gt;IV - &amp;agrave;s resid&amp;ecirc;ncias;&lt;br /&gt;V - aos estabelecimentos destinados exclusivamente ao consumo no pr&amp;oacute;prio local de produtos fum&amp;iacute;genos, derivado ao n&amp;atilde;o do tabaco, desde que esta condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o esteja anunciada de forma clara, na respectiva entrada.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - Nos locais indicados nos incisos I, II e V desta artigo dever&amp;atilde;o ser adotadas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de isolamento, ventila&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou exaust&amp;atilde;o do ar que impe&amp;ccedil;am a contamina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ambientes protegidos por esta lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 7&amp;deg; - A inobserv&amp;acirc;ncia do disposto nesta lei sujeitar&amp;aacute; aos infratores a multa de 200 (duzentos) a 1.000 (mil) UFIR'S ou outro &amp;iacute;ndice oficial utilizado no Munic&amp;iacute;pio de Itabaiana, sem preju&amp;iacute;zo das san&amp;ccedil;&amp;otilde;es previstas na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o sanit&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - A aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das multas previstas neste artigo ser&amp;atilde;o impostas pelo &amp;oacute;rg&amp;atilde;o municipal de vigil&amp;acirc;ncia sanit&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 8&amp;deg; - Esta Lei entra em vigor na data da sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, revogadas as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana/SE, 29 de outubro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal de Itabaiana&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio Municipal de Assuntos Jur&amp;iacute;dicos&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-10-29 00:00:00</criado><alterado>2009-10-29 00:00:00</alterado></item><item><id>1267</id><titulo>Disp&#xF5;e sobre a cria&#xE7;&#xE3;o do Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres &#x2013; CMDM, e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>1371</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-11-24 00:00:00</aprovada><slug>disp-e-sobre-a-cria-o-do-conselho-municipal-dos-direitos-das-mulheres-cmdm-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LEI N&amp;deg; 1.371&lt;br /&gt;De 24 de novembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Disp&amp;otilde;e sobre a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres - CMDM, e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, ESTADO DE SERGIPE.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a c&amp;acirc;mara Municipal aprovou e eu, Prefeito de Itabaiana, promulgo e sanciono a seguinte Lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;T&amp;Iacute;TULO I&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO I&lt;br /&gt;DAS DISPOSI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES GERAIS&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher - CMDM, &amp;oacute;rg&amp;atilde;o colegiado de natureza consultiva e deliberativa, no &amp;acirc;mbito de suas compet&amp;ecirc;ncias, vinculada ao Gabinete do Prefeito, tem por finalidade formular e propor diretrizes de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o governamental voltadas &amp;agrave; promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos direitos das mulheres e atuar no controle social de pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas de igualdade de g&amp;ecirc;nero.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;CAP&amp;Iacute;TULO II&lt;br /&gt;DAS COMPETENCIAS&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;deg; - Compete ao Conselho Municipal dos Direitos da Mulher:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - Desenvolver a&amp;ccedil;&amp;atilde;o integrada com a Coordenadoria Municipal de Pol&amp;iacute;ticas P&amp;uacute;blicas para as Mulheres e o conjunto de Secretarias e demais &amp;oacute;rg&amp;atilde;os do Governo Municipal para a implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pol&amp;iacute;ticas comprometidas com a supera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos preconceitos e desigualdades de g&amp;ecirc;neros.&lt;br /&gt;II - Prestar assessoria ao Poder Executivo, emitindo pareceres, acompanhando a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de programas de governo no &amp;acirc;mbito municipal, bem como opinar sobre as quest&amp;otilde;es referentes &amp;agrave; cidadania da mulher;&lt;br /&gt;III - Estimular, apoiar e desenvolver pesquisas e estudos e o debate das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em que vivem as mulheres, propondo pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas para eliminar todas as formas identific&amp;aacute;veis de discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;IV - Estimular e desenvolver pesquisas e estudar sobre o que as mulheres realizam, constituindo acervos e propondo pol&amp;iacute;ticas de inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o da mulher na cultura, para preservar e divulgar o seu patrim&amp;ocirc;nio hist&amp;oacute;rico e cultural;&lt;br /&gt;V - Divulgar, fiscalizar e exigir o cumprimento da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o em vigor relacionada aos direitos assegurados &amp;agrave; mulher;&lt;br /&gt;VI - Sugerir a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de medidas normativas para modificar ou derrogar leis, regulamentos, usos e pr&amp;aacute;ticas que constituam discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o contra as mulheres, encaminhando-as ao poder p&amp;uacute;blico competente;&lt;br /&gt;VII - Manter canais permanentes de di&amp;aacute;logo e de articula&amp;ccedil;&amp;otilde;es com o movimento de mulheres, em suas v&amp;aacute;rias express&amp;otilde;es, apoiando as suas atividades, sem interferir em seu conte&amp;uacute;do e orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria;&lt;br /&gt;IX - Receber, examinar e efetuar den&amp;uacute;ncias de discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o e viol&amp;ecirc;ncia contra a mulher, encaminhando-as aos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os competentes para as provid&amp;ecirc;ncias cab&amp;iacute;veis, al&amp;eacute;m de acompanhar os procedimentos pertinentes;&lt;br /&gt;X - Participar da elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do or&amp;ccedil;amento estabelecendo diretrizes para sua execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;XI - elaborar o Regimento Interno do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;CAP&amp;Iacute;TULO III&lt;br /&gt;DA COMPOSI&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;deg; - O Conselho Municipal dos Direitos da Mulher - CMDM, &amp;eacute; constitu&amp;iacute;do de 12 (doze) integrantes titulares e respectivos suplentes mediante a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o parit&amp;aacute;ria de representantes Governamentais e N&amp;atilde;o-Governamentais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - Representantes Governamentais:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;a)	Coordenadoria de Pol&amp;iacute;ticas P&amp;uacute;blicas para as Mulheres;&lt;br /&gt;b)	Secretaria Municipal de Inclus&amp;atilde;o, Assist&amp;ecirc;ncia Social e do Trabalho;&lt;br /&gt;c)	Secretaria Municipal da Sa&amp;uacute;de;&lt;br /&gt;d)	Secretaria Municipal de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;e)	Secretaria Municipal de Cultura;&lt;br /&gt;f)	Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Turismo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - Representantes N&amp;atilde;o-Governamentais;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;a)	Quatro representantes da Sociedade Civil Organizada;&lt;br /&gt;b)	Dois representantes de Entidades de Classe dos profissionais da &amp;aacute;rea;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;deg; - Os representantes Governamentais ser&amp;atilde;o indicados pelo respons&amp;aacute;vel da pasta e encaminhados a CMPPM para compor o Conselho.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;deg; - As organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Sociedade Civil dever&amp;atilde;o contemplar as diversas express&amp;otilde;es do movimento social que atuam na promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o, preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de defesa das mulheres e ser legalmente constitu&amp;iacute;das no &amp;acirc;mbito municipal, as quais ser&amp;atilde;o escolhidas em assembl&amp;eacute;ia geral convocada especificamente para esse fim, sob a coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Coordenadoria Municipal de Pol&amp;iacute;ticas P&amp;uacute;blicas para a Mulher ou cong&amp;ecirc;nere.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 4&amp;deg; - Os representantes do Poder P&amp;uacute;blico, das Organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Sociedade Civil e das Entidades de Classe ser&amp;atilde;o nomeados por decreto municipal at&amp;eacute; 30 (trinta) dias ap&amp;oacute;s a indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das entidades para cada mandato.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;deg; - O mandato dos Conselheiros Titulares e dos respectivos suplentes ser&amp;aacute; de dois anos, permitida a recondu&amp;ccedil;&amp;atilde;o por igual per&amp;iacute;odo, apenas por uma vez, exceto os titulares das pastas Municipais cuja participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o estar&amp;aacute; vinculada &amp;agrave; perman&amp;ecirc;ncia no cargo, na Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Municipal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 1&amp;deg; - A fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conselheiro municipal &amp;eacute; considerada relevante e de interesse p&amp;uacute;blico.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;deg; - Os conselheiros n&amp;atilde;o receber&amp;atilde;o qualquer tipo de remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 3&amp;deg; - Os membros Governamentais e n&amp;atilde;o governamentais do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher ser&amp;atilde;o nomeados pelo Prefeito Municipal de Itabaiana observando a origem das indica&amp;ccedil;&amp;otilde;es na forma da Lei.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 6&amp;deg; - O Conselho Municipal dos Direitos da Mulher ter&amp;aacute; a seguinte estrutura:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - Colegiado;&lt;br /&gt;II - Presid&amp;ecirc;ncia;&lt;br /&gt;III - Secret&amp;aacute;ria Executiva;&lt;br /&gt;IV - Comiss&amp;otilde;es Especiais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 7&amp;deg; - O mandato dos membros do CMDM ter&amp;aacute; a dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 02 (dois) anos, permitindo-se uma &amp;uacute;nica recondu&amp;ccedil;&amp;atilde;o por igual per&amp;iacute;odo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - O Presidente e o Vice-Presidente ser&amp;atilde;o escolhidos dentre seus membros para mandato de 02 (dois) anos.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 8&amp;deg; - O CMDM poder&amp;aacute; instituir grupos tem&amp;aacute;ticos e comiss&amp;otilde;es de car&amp;aacute;ter tempor&amp;aacute;rio, com a finalidade de estudo e elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de propostas sobre temas espec&amp;iacute;ficos, podendo, inclusive, convidar para participar desse colegiado, representantes de outros &amp;oacute;rg&amp;atilde;os e entidades p&amp;uacute;blicas e privadas.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 9&amp;deg; - As entidades de apoio administrativo e financeiro necess&amp;aacute;rias &amp;agrave; implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ao funcionamento do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher e de sua Secret&amp;aacute;ria Executiva ser&amp;atilde;o prestadas pelo Gabinete do Prefeito &amp;agrave; qual o Organismo Governamental de Pol&amp;iacute;tica para as Mulheres est&amp;aacute; vinculada, garantindo com isso o desempenho pleno de suas finalidades.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 10 - O regimento interno do CMDM complementar&amp;aacute; as compet&amp;ecirc;ncias e atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es definidas nesta Lei para seus integrantes e estabelecer&amp;aacute; suas normas de funcionamento.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - O regimento interno do CMDM ser&amp;aacute; aprovado pelo plen&amp;aacute;rio do colegiado, em reuni&amp;atilde;o especialmente convocada para esta finalidade.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 11 - Fica o Poder Executivo autorizado a abrir cr&amp;eacute;dito suplementar para a cobertura das despesas iniciais necess&amp;aacute;rias ao cumprimento desta Lei, bem como para o funcionamento do Conselho.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico - Constar&amp;aacute; da Lei Org&amp;acirc;nica Anual, recursos para funcionamento deste Conselho e para as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es relativas a &amp;aacute;rea dos direitos da mulher.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 12 - Esta Lei entra em vigor na data da sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 13 - Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contr&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito Municipal de Itabaiana/SE, 24 de novembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal de Itabaiana&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;ANDR&amp;Eacute; LUIZ ANDRADE MACIEL&lt;br /&gt;Secret&amp;aacute;rio Municipal de Assuntos Jur&amp;iacute;dicos&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-11-24 00:00:00</criado><alterado>2009-11-24 00:00:00</alterado></item><item><id>1266</id><titulo>Cria o Conselho Municipal dos direitos da Pessoa com Defici&#xEA;ncia e d&#xE1; outras provid&#xEA;ncias.</titulo><numero>1372</numero><categoria_id>1</categoria_id><aprovada>2009-11-24 00:00:00</aprovada><slug>cria-o-conselho-municipal-dos-direitos-da-pessoa-com-defici-ncia-e-d-outras-provid-ncias</slug><descricao>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;LEI N&amp;ordm;. 1.372&lt;br /&gt;De 24 de novembro de 2009&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Cria o Conselho Municipal dos direitos da Pessoa com Defici&amp;ecirc;ncia e d&amp;aacute; outras provid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;O PREFEITO MUNICIPAL DE ITABAIANA, ESTADO DE SERGIPE;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Fa&amp;ccedil;o saber que a C&amp;acirc;mara Municipal de Itabaiana aprovou e eu, sanciono e promulgo a seguinte Lei:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 1&amp;ordm; - Fica criado o Conselho Municipal dos direitos da Pessoa com defici&amp;ecirc;ncia de Itabaiana com o objetivo de assegurar-lhes o pleno exerc&amp;iacute;cio dos direito individuais e sociais.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 2&amp;ordm; - Caber&amp;aacute; aos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os e &amp;agrave;s entidades do Poder p&amp;uacute;blico assegurar &amp;agrave; pessoa com defici&amp;ecirc;ncia o pleno exerc&amp;iacute;cio de seus direitos b&amp;aacute;sicos quanto &amp;agrave; educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;agrave; sa&amp;uacute;de, ao trabalho, ao desporto, ao turismo, ao lazer, &amp;agrave; previd&amp;ecirc;ncia social, ao transporte, &amp;agrave; edifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica, &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;agrave; cultura, ao amparo &amp;agrave; inf&amp;acirc;ncia e &amp;agrave; maternidade, e de outros que, decorrentes da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e das Leis, propiciem seu bem estar pessoal, social e econ&amp;ocirc;mico.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 3&amp;ordm; - Para os efeitos desta lei considerar-se-&amp;aacute; pessoa com defici&amp;ecirc;ncia, al&amp;eacute;m daquelas citadas na Lei Federal n&amp;ordm;. 10.690, de 16 de julho de 2003, a que possui limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou incapacidade para o desempenho de atividade e se enquadra nas seguintes categorias:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - Defici&amp;ecirc;ncia F&amp;iacute;sica: altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o f&amp;iacute;sica, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou aus&amp;ecirc;ncia de membro, paralisia cerebral, nanismo, membros com deformidade cong&amp;ecirc;nita ou adquirida, exceto as deformidades est&amp;eacute;ticas e as que n&amp;atilde;o produzam dificuldades para o desempenho de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - Defici&amp;ecirc;ncia auditiva: perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decib&amp;eacute;is (dB) ou mais, aferida por audiograma nas freq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncias de 500 Hz,  1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - Defici&amp;ecirc;ncia Visual: cegueira, na qual a acuidade visual &amp;eacute; igual ou menor que 0,05 no melhor olho, com a melhor corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;oacute;ptica; a baixa vis&amp;atilde;o, que significa acuidade visual entre 0,3 e 0,05 no melhor olho, com a melhor corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;oacute;ptica; os casos nos quais a somat&amp;oacute;ria da medida do campo visual em ambos os olhos for igual ou menor que 60&amp;ordm;; ou a ocorr&amp;ecirc;ncia simult&amp;acirc;nea de quaisquer das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es anteriores;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV - Defici&amp;ecirc;ncia Mental: funcionamento intelectual significativamente inferior &amp;agrave; m&amp;eacute;dia, com manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o antes dos dezoito anos e limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es associadas a duas ou mais &amp;aacute;reas de habilidades adaptativas, tais como:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;1-	Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;2-	Cuidado pessoa;&lt;br /&gt;3-	Habilidades sociais;&lt;br /&gt;4-	Utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos recursos da comunidade;&lt;br /&gt;5-	Sa&amp;uacute;de e seguran&amp;ccedil;a;&lt;br /&gt;6-	Habilidades acad&amp;ecirc;micas;&lt;br /&gt;7-	Lazer; e &lt;br /&gt;8-	Trabalho.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;V- Defici&amp;ecirc;ncia M&amp;uacute;ltipla - associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de duas ou mais defici&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 4&amp;ordm; - O Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Defici&amp;ecirc;ncia ser&amp;aacute; um &amp;oacute;rg&amp;atilde;o de car&amp;aacute;ter deliberativo relativo &amp;agrave; sua &amp;aacute;rea de atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com os seguintes objetivos:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - elaborar os planos, programas e projetos da pol&amp;iacute;tica municipal para inclus&amp;atilde;o da pessoa com defici&amp;ecirc;ncia e propor as provid&amp;ecirc;ncias necess&amp;aacute;rias &amp;agrave; sua completa implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ao seu adequado desenvolvimento, inclusive as pertinentes aos recursos financeiros e as de car&amp;aacute;ter legislativo;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - zelar pela efetiva implanta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pol&amp;iacute;tica municipal para inclus&amp;atilde;o da pessoa com defici&amp;ecirc;ncia;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - acompanhar o planejamento e avaliar a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das pol&amp;iacute;ticas municipais de acessibilidade &amp;agrave; educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sa&amp;uacute;de, trabalho, assist&amp;ecirc;ncia social, transporte, cultura, turismo, desporto, lazer, urbanismo e outras relativas &amp;agrave; pessoa com defici&amp;ecirc;ncia;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV - acompanhar a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da proposta or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria do Munic&amp;iacute;pio, sugerindo as modifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es necess&amp;aacute;rias &amp;agrave; consecu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pol&amp;iacute;tica municipal para inclus&amp;atilde;o da pessoa com defici&amp;ecirc;ncia;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;V - zelar pela efetiva&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sistema descentralizado e participativo da defesa dos direitos da pessoa com defici&amp;ecirc;ncia;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VI - propor a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estudos e pesquisas que visem &amp;agrave; melhoria da qualidade de vida da pessoa com defici&amp;ecirc;ncia;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VII - propor e incentivar a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de campanhas que visem &amp;agrave; preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de defici&amp;ecirc;ncias e &amp;agrave; promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos direitos da pessoa com defici&amp;ecirc;ncia;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;VIII - acompanhar, mediante relat&amp;oacute;rios de gest&amp;atilde;o, o desempenho dos programas e projetos da pol&amp;iacute;tica municipal para inclus&amp;atilde;o da pessoa com defici&amp;ecirc;ncia;&lt;br /&gt;IX - manifestar-se, dentro dos limites de sua atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o, acerca da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos trabalhos de preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o, habilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, reabilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e inclus&amp;atilde;o social de entidade particular ou p&amp;uacute;blica, quando houver not&amp;iacute;cia de irregularidade, expedindo, quando entender cab&amp;iacute;vel, recomenda&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao representante legal da entidade;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;X - avaliar anualmente o desenvolvimento da pol&amp;iacute;tica Municipal de atendimento especializado &amp;aacute; pessoa com defici&amp;ecirc;ncia de acordo com a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o em vigor, visando &amp;agrave; sua plena adequa&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;XI - elaborar o seu regimento interno.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 5&amp;deg; - O Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Defici&amp;ecirc;ncia ser&amp;aacute; composto dos membros abaixo descritos, sendo um titular e um suplente, respectivamente, representantes dos seguintes &amp;oacute;rg&amp;atilde;os ou entidades:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - 18 (dezoito) representantes de entidades da sociedade civil organizada, diretamente ligadas &amp;agrave; defesa e/ou ao atendimento da pessoa com defici&amp;ecirc;ncia na cidade de Itabaiana, legalmente constitu&amp;iacute;das e em funcionamento h&amp;aacute;, pelo menos, um ano, eleitas dentre os seguintes segmentos:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;a)	2 (dois)  representantes  de entidade que atuam nas Associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es Comunit&amp;aacute;rias de moradores;&lt;br /&gt;b)	2 (dois) representantes de entidades que atuam na &amp;aacute;rea de defici&amp;ecirc;ncia auditiva, f&amp;iacute;sica e visual;&lt;br /&gt;c)	2 (dois) representantes que atuam na &amp;aacute;rea e defici&amp;ecirc;ncia mental;&lt;br /&gt;d)	2 (dois)representantes  de associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de classe;&lt;br /&gt;e)	2 (dois) representantes da secret&amp;aacute;ria municipal de Inclus&amp;atilde;o, Assist&amp;ecirc;ncia Social e do Trabalho;&lt;br /&gt;f)	2 (dois) representantes da Secret&amp;aacute;ria Municipal de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;br /&gt;g)	2 (dois) representantes da Secret&amp;aacute;ria Municipal da Sa&amp;uacute;de;&lt;br /&gt;h)	2 (dois) representantes da Secret&amp;aacute;ria Municipal de Cultura;&lt;br /&gt;i)	2 (dois) representantes da Secret&amp;aacute;ria de Agricultura.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&amp;sect; 1&amp;ordm; - Os representantes ser&amp;atilde;o um titular e um suplente com plenos poderes para substituir em suas faltas ou implementos, e em definitivo, no caso da vac&amp;acirc;ncia da titularidade.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 2&amp;ordm; - O Conselho ter&amp;aacute; um int&amp;eacute;rprete que acompanhar&amp;aacute; os surdos nas reuni&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;sect; 3&amp;ordm; - O Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Defici&amp;ecirc;ncia ser&amp;aacute; eleito entre seus pares.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 6&amp;ordm; - O mandato do Presidente e dos demais membros do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com defici&amp;ecirc;ncia ser&amp;aacute; de tr&amp;ecirc;s anos, permitida uma &amp;uacute;nica recondu&amp;ccedil;&amp;atilde;o por mais um per&amp;iacute;odo.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico. Ap&amp;oacute;s o per&amp;iacute;odo de recondu&amp;ccedil;&amp;atilde;o fica permitida a reelei&amp;ccedil;&amp;atilde;o para mandatos futuros, ap&amp;oacute;s ter se ausentado do cargo por, pelo menos, um mandato.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 7&amp;ordm; - Os membros do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Defici&amp;ecirc;ncia n&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o remuneradas e seu exerc&amp;iacute;cio ser&amp;aacute; considerado servi&amp;ccedil;o de relev&amp;acirc;ncia p&amp;uacute;blica prestado ao Munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 8&amp;ordm; - As fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos membros do Conselho municipal dos direitos da Pessoa com defici&amp;ecirc;ncia n&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o remuneradas e seu exerc&amp;iacute;cio ser&amp;aacute; considerado servi&amp;ccedil;o de relev&amp;acirc;ncia p&amp;uacute;blica prestado ao Munic&amp;iacute;pio.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 9&amp;ordm; - Os membros do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Defici&amp;ecirc;ncia poder&amp;atilde;o ser substitu&amp;iacute;dos mediante solicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou autoridade publica a qual estejam vinculados, apresentada ao referido Conselho, o qual far&amp;aacute; comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ato ao Prefeito Municipal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 10 - Perder&amp;aacute; o mandato o conselheiro que:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - desvincular-se do &amp;oacute;rg&amp;atilde;o de origem de sua representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - faltar a tr&amp;ecirc;s reuni&amp;otilde;es consecutivas n&amp;atilde;o justificadas ou a cinco intercaladas sem justificativa, que dever&amp;aacute; ser apresentada na forma prevista no regimento interno do Conselho;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - apresentar renuncia ao Conselho que ser&amp;aacute; lida na sess&amp;atilde;o seguinte a de sua recep&amp;ccedil;&amp;atilde;o pela Comiss&amp;atilde;o Executiva;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;IV - apresentar procedimento incompat&amp;iacute;vel em raz&amp;atilde;o do cometimento de crime ou contraven&amp;ccedil;&amp;atilde;o penal.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico: A substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o se dar&amp;aacute; por delibera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da maioria dos componentes do Conselho, em procedimento iniciado mediante prova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de integrantes do Conselho, do Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico ou de qualquer cidad&amp;atilde;o, assegurada a ampla defesa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 11 - perder&amp;aacute; o mandato a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o que:&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;I - extinguir sua base territorial de atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Munic&amp;iacute;pio;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;II - tiver constatado em seu funcionamento irregularidade de acentuada gravidade que torne incompat&amp;iacute;vel sua representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Conselho;&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;III - sofrer penalidade administrativa reconhecidamente grave.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico: A substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o se dar&amp;aacute; por delibera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da maioria dos componentes do Conselho em Procedimento iniciados mediante provoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de integrantes do conselho, do Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico ou de qualquer cidad&amp;atilde;o, assegurada &amp;agrave; ampla defesa.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 12 - O conselho municipal dos direitos da Pessoa com defici&amp;ecirc;ncia realizar&amp;aacute; sob sua coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ao menos uma confer&amp;ecirc;ncia Municipal a cada dois, anos, &amp;oacute;rg&amp;atilde;o colegiado de car&amp;aacute;ter deliberativo, para avaliar e propor atividades e pol&amp;iacute;ticas da &amp;aacute;rea a serem implementadas ou j&amp;aacute; efetivadas no Munic&amp;iacute;pio, garantindo-se sua ampla divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 13 - O Poder Executivo fica obrigado a prestar o apoio necess&amp;aacute;rio ao funcionamento do Conselho Municipal dos direitos da Pessoa com defici&amp;ecirc;ncia, devendo para tanto incluir dota&amp;ccedil;&amp;atilde;o or&amp;ccedil;ament&amp;aacute;ria para esse fim, no Or&amp;ccedil;amento Geral do Munic&amp;iacute;pio.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Par&amp;aacute;grafo &amp;uacute;nico: Fica o Chefe do Poder Executivo autorizado a criar o Fundo do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Defici&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 14 - Esta lei ser&amp;aacute; regulamentada pelo Poder Executivo no prazo de trintas dias, contados da sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 15 - Esta Lei entra em vigor na data de sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Art. 16 - Revogam-se as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es em contrario.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Publique-se, Registre-se. Cumpra-se.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;Gabinete do Prefeito de Itabaiana/SE, 24 de novembro de 2009.&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;LUCIANO BISPO DE LIMA&lt;br /&gt;Prefeito Municipal&lt;/p&gt;&#13;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</descricao><criado>2009-11-24 00:00:00</criado><alterado>2009-11-24 00:00:00</alterado></item></itens><ano/><busca/></data>
