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Agência de Notícias

Durante a sessão da câmara desta terça-feira (13/11), manifestantes protestaram contra a prisão do prefeito Valmir de Francisquinho

Em razão do tumulto, o presidente da casa, vereador José Teles de Mendonça foi obrigado a suspender o grande expediente.

13/11/2018 22:22 - atualizado em 14/11/2018 06:56


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Durante a sessão da câmara desta terça-feira (13/11), manifestantes protestaram contra a prisão do prefeito Valmir de Francisquinho

Aberta a sessão ordinária do dia 13/11, o presidente da Casa, vereador José Teles de Mendonça concedeu a palavra ao vereador Sinvaldo Góis (MDB), que iniciou o seu pronunciamento criticando o prefeito Valmir de Francisquinho por ter sido preso em razão da suspeita de ter desviado recursos provenientes da arrecadação de tributos do matadouro municipal. O vereador disse que outras investigações estão ocorrendo para apurar irregularidades em outros setores da gestão Valmir de Francisquinho.

A vereadora Ivoni Andrade (MDB) iniciou o seu pronunciamento registrando a presença de servidores de diversas secretarias do município, enfatizando  que isso lhe preocupa porque entende que a categoria que deveria estar na câmara seria a dos marchantes por conta do fechamento do matadouro e que teme um colapso no município por conta da falta de servidores em determinados setores, por estarem protestando contra a prisão do gestor municipal. A vereadora declarou que o fechamento do matadouro só se deu para evitar que se torne público o modo como os desvios de valores ocorriam. A vereadora defendeu que a vice-prefeita Carminha Mendonça assuma o comando do município imediatamente, porém, reconhece que há um prazo de dez dias previsto no regimento interno e que deve ser respeitado. A vereadora finalizou protestando contra a presença do público nas galerias, alegando que Valmir não está preso por causa dos vereadores, mas sim, pelos atos do próprio gestor, conclui a parlamentar.

Após manifestações reiteradas do público presente, o presidente da câmara, vereador José Teles de Mendonça (PR) suspendeu o grande expediente e passou para a ordem do dia, porém, antes do seu início, o vereador Wagner Menezes pediu aparte e esclareceu que não há democracia por parte dos vereadores de oposição, justificando que quando o matadouro foi fechado pela ADEMA, o senhor Otacílio, representante dos marchantes, se recusou a falar na tribuna e os vereadores de oposição votaram contra o requerimento para que o mesmo se pronunciasse, por outro lado, na sessão de hoje, todos os vereadores de situação votaram favoráveis ao mesmo requerimento, o que fez com que o vereador Wagner Menezes questionasse se por acaso, o senhor Otacílio estava ali para defender os marchantes ou atendendo a interesses de determinado grupo político. Na ordem do dia foi retirado de pauta, o projeto de lei n° 139/2018 de autoria da vereadora Ivoni Andrade, a pedido do vereador Marcos Oliveira que solicitou mais tempo para análise do mesmo.

Após as votações, o presidente da Casa convocou duas sessões extraordinárias, nas quais o projeto de resolução n° 03/2018 de autoria da mesa diretora, que dispõe sobre a revogação da resolução n° 01/2015 de 14 de dezembro de 2015, foi aprovado por unanimidade.

Encerrada a sessão ordinária do dia 13/11, o presidente da câmara municipal, vereador José Teles de Mendonça convocou nova sessão para a próxima terça-feira (20/11), em horário regimental.


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