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Agência de Notícias

Vereador Marcos Oliveira declarou que votar para Belivaldo seria uma afronta aos seus próprios princípios

Diante das críticas contundentes ao governo, o vereador disse que não se sentiria à vontade para votar no candidato de Jackson Barreto.

23/10/2018 19:31 - atualizado em 23/10/2018 20:47


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Vereador Marcos Oliveira declarou que votar para Belivaldo seria uma afronta aos seus próprios princípios

Aberta a sessão ordinária do dia (23/10), o presidente da Casa, vereador José Teles de Mendonça (PR), concedeu a palavra ao vereador Sinvaldo Góis (MDB), que disse que a população do povoado Caraíbas deu uma resposta nas urnas ao prefeito Valmir de Francisquinho, por ele ter fechado uma estrada de décadas. O vereador também criticou a falta de medicamentos nos postos de saúde da rede municipal.

O vereador Wagner Menezes (PR) iniciou o seu pronunciamento criticando a mudança repentina de opinião do vereador Sinvaldo Góis, que antes criticava a deputada Maria Mendonça e hoje elogia a posição da deputada por ter decidido votar em Belivaldo Chagas. O parlamentar rebateu as críticas do vereador ao prefeito Valmir de Francisquinho, quando afirmou que o mesmo terá que gastar muito dinheiro em Brasília para manter o mandato de deputado estadual do seu filho, Talysson Costa e lembrou na oportunidade que o vereador está esquecendo que o seu líder Luciano Bispo responde a mais de 20 processos na Justiça e que já teve o seu mandato cassado, sendo inclusive afastado da Assembleia Legislativa por determinado tempo. Disse que acredita na Justiça, que Talysson assumirá o seu cargo de deputado tranquilamente e que permanecerá os quatro anos como deputado, considerando que existem casos muito mais graves, em que o condenado continua exercendo normalmente o seu mandato, fazendo menção ao deputado Luciano Bispo.

O vereador Paulo Messias (MDB) iniciou o seu pronunciamento criticando eventuais demissões, que segundo ele, já estão ocorrendo no município. Lamentou pela postura do gestor municipal, mas disse que isso já era esperado, pois as demissões de mais 700 pessoas já havia sido anunciada.

A vereadora Ivoni Andrade (MDB) disse que o prefeito Valmir de Francisquinho desrespeitou a legislação eleitoral quando fez a inauguração da pavimentação asfáltica do povoado Carrilho e na oportunidade teria distribuído camisas do candidato Talysson, além de ter feito showmício, o que segundo a legislação, é considerada conduta vedada. A vereadora também informou que descobriu que os agentes da guarda municipal, ao invés de estarem na rua, estão alojados na Praça de Eventos e contestou o salário e gratificação referente ao corregedor da guarda, estimada em 60%, sem no entanto prestar serviços à comunidade, porque segunda ela, nunca compareceu ao local de trabalho. Finalizou dizendo que sabe o que é gratidão e conclamou as mulheres a fazerem os exames necessários para  a prevenção do câncer de mama.

O vereador José Roberto (PP) iniciou o seu pronunciamento lamentando as demissões que estão ocorrendo no município. Disse que poderia estar comemorando, porque colocou o seu mandato em risco, ao ter lançado um desafio no qual afirmou que se não houvesse demissões, renunciaria ao cargo de vereador. O parlamentar se solidarizou na oportunidade, com as pessoas que estão sendo demitidas. José Roberto também lembrou ao colega Wagner Menezes que quem instituiu o pagamento dos salários em dia, não foi Valmir de Francisquinho, mas a deputada Maria Mendonça e que o atual gestor deu apenas continuidade. O vereador finalizou declarando que ainda não decidiu em quem votar para presidente, porque de um lado, segundo ele, tem um ditador e do outro um petista, contudo, para governador votará em Belivaldo atendendo a um pedido do seu líder André Moura.

O vereador João Cândido Sobrinho (PSB) disse que embora sua líder política, deputada Maria Mendonça tenha optado por votar em Belivaldo, justificou que o seu voto será para Valadares Filho. Criticou o apoio de André Moura a Belivaldo em troca de um cargo de secretário, bem como, criticou o prefeito de Itabaiana por ter assumido posição de neutralidade no segundo turno. Para o parlamentar, um líder não deve se abster e repudiou a justificativa do prefeito de que é amigo dos dois candidatos, para tomar tal decisão. O vereador finalizou repudiando as demissões promovidas pelo gestor municipal de forma retroativa ao dia 01/10.

O vereador Moisés Mendonça (PR) iniciou fazendo uma reflexão em relação aos mais de 23 mil eleitores que não foram às urnas, que segundo ele é um número muito alto. O vereador também criticou os argumentos do Desembargador Ricardo Múcio, que justificou seu voto pela cassação de Talysson de Valmir, pelo fato de entender que o deputado eleito, por ser muito jovem, com apenas 27 anos, e não ter experiência política, não conseguiria a quantidade de votos que obteve nas últimas eleições, qual seja: 42.046 votos, principalmente por ser um candidato do interior. O vereador explicou que acredita que o jurista não levou em conta para chegar a essa conclusão, o trabalho desenvolvido por seu pai, Valmir de Francisquinho, a frente da prefeitura de Itabaiana. O vereador, em referência ao caso Talysson finalizou dizendo que acredita na justiça divina, mas também na justiça dos homens.

O vereador Marcos Oliveira (PTC) iniciou o seu pronunciamento rebatendo os argumentos do Desembargador Ricardo Múcio, que segundo ele, soou como preconceituoso a um candidato do interior, por dar uma conotação de que candidato filho de um prefeito do interior não pode ser o mais votado do estado. O parlamentar disse que repudia todo e qualquer tipo de preconceito, e acredita que a decisão em relação a cassação do registro de Talysson será revertida, uma vez que segundo o vereador foi fundamentada com argumentos frágeis, considerando, inclusive, que tanto a Procuradora Regional Eleitoral Eunice Dantas pediu a aplicação de multa, bem como a relatora do caso votou seguindo o parecer promotorial, aplicando multa ao candidato. Todavia, houve divergência e o placar final acabou sendo 4 X 3 pela cassação do mandato. O vereador lembrou ao colega Sinvaldo Góis que ironizou Talysson de Valmir, declarando que o mesmo só será deputado por força de liminar, que isso não seria nenhum demérito, porque o líder do vereador, Luciano Bispo assumiu a condição de deputado por força de liminar. Finalizou dizendo que por ter criticado tanto a atual gestão estadual, não poderia jamais votar em Belivaldo Chagas.

O vereador José Carlos de Santana (PR) chamou a atenção do povo itabaianense para que todos votem com consciência e exerçam o direito de cidadania plenamente, mas que não acredita que tenhamos um bom governo através de nenhum dos candidatos que se apresentam. De acordo com o vereador, o prefeito Valmir de Francisquinho fez um grande trabalho por Itabaiana e repudiou a justificativa do Desembargador Ricardo Múcio, por ter questionado a idoneidade dos votos recebidos por Talysson de Valmir, que foi o mais votado no último pleito, sobretudo, por ser do interior.

Encerrada a sessão ordinária do dia 23/10, o presidente da Casa, vereador José Teles de Mendonça, que reassumiu a condução dos trabalhos após cumprimento de outro compromisso inadiável relativo à Câmara Municipal, convocou nova sessão para a próxima quinta-feira (25/10), em horário regimental.


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